sexta-feira, 27 de abril de 2012

Processos químicos sustentáveis, que minimizem a geração de resíduos e possam ser incorporados na formulação de plásticos biodegradáveis

Processos químicos sustentáveis, que minimizem a geração de resíduos e possam ser incorporados na formulação de plásticos biodegradáveis. Com esse objetivo, pesquisadores do Laboratório de Microbiologia Industrial do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Rio Claro estão desenvolvendo um estudo que envolve a produção e extração de ácido lático por fermentação a partir de subprodutos de fontes alternativas, levando a uma síntese polimérica para a obtenção de um ácido polilático (PLA).
O material apresenta um potencial para ser utilizado na produção de bioplásticos e poderia ser empregado na fabricação de diversos produtos, da indústria de embalagens para a indústria alimentícia, de fármacos e cosméticos e até o uso em aplicações biomédicas, como cápsulas para medicamentos e em implantes ortopédicos.
O projeto de pesquisa Estudo da recuperação e purificação do ácido lático do meio de cultivo produzido por microrganismos isolados para produção de plásticos biodegradáveis, parte do Programa Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) da FAPESP, foi selecionado em chamada de propostas do Acordo de Cooperação FAPESP-Braskem/Ideom, voltada para o desenvolvimento de materiais com características físico-químicas similares aos derivados do petróleo, porém menos prejudiciais ao meio ambiente.
De acordo com Jonas Contiero, professor do Instituto de Biociências da UNESP de Rio Claro e coordenador da pesquisa, trata-se de um estudo bastante complexo sobre um processo ainda caro de recuperação e purificação do ácido lático. Para diminuir esses custos, o pesquisador busca aumentar a produção do material com o uso de fontes alternativas de nitrogênio adicionadas a fontes alternativas de carbono, no caso, aos substratos gerados no processo da indústria sucroalcooleira e de fabricação de queijo.
Embora as características de resistência e cristalinidade do PLA permitam seu uso também na produção de fibras e filmes, o processo de obtenção deverá manter as características de biodegradabilidade do material.
Dados fornecidos pelo pesquisador indicam tratar-se de uma alternativa mais barata aos processos atualmente em desenvolvimento nos Estados Unidos e na Bélgica, que obtêm o polilactato a partir do uso do amido de milho e do açúcar de beterraba, respectivamente, o que poderia garantir sua viabilidade de produção.
“A quantidade de fibras lignocelulósicas dos resíduos ou subprodutos da agroindústria da cana-de-açúcar, representada pelo bagaço e pela palha, dá a ela uma vantagem competitiva inigualável em relação às outras fontes de carbono, uma vez que este resíduo pode ser utilizado para geração de energia para a operação da planta de produção”, afirma o pesquisador.
Pesquisa e aplicaçãoO projeto é continuidade da pesquisa Isolamento e seleção de microrganismos e desenvolvimento de tecnologia para produção de ácido lático, também apoiada pela FAPESP, na qual foram selecionados potenciais microrganismos produtores de um dos isômeros do ácido lático, e aperfeiçoados os parâmetros para produção, com o início da extração, purificação e polimerização do material.
O grau de pureza necessário para o uso do PLA depende da aplicação a que se destina. Como exemplo, para fins médicos, o insumo deve ter especificações máximas residuais de umidade, solventes, estanho e monômeros, entre outros.
Após a obtenção do polímero são feitas análises químicas para verificar a existência desses resíduos e determinar seu grau de pureza, o que garante a qualidade final do material e sua aplicabilidade na indústria de transformação.
Fonte: Braskem

A Fundação Roberto Marinho, através do Canal Futura, e o Ministério de Minas e Energia, por meio da Eletrobras, lançam no dia 26 de abril, no Rio de Janeiro, o projeto educacional “Energia que Transforma


A Fundação Roberto Marinho, através do Canal Futura, e o Ministério de Minas e Energia, por meio da Eletrobras, lançam no dia 26 de abril, no Rio de Janeiro, o projeto educacional “Energia que Transforma”. Desenvolvida no âmbito do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), a ação tem como objetivos mobilizar a população para uma mudança de atitude frente ao desperdício e promover o uso eficiente de energia, conforme previsto no Plano Nacional de Energia (PNE) e no Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf), ambos do Governo Federal.

O lançamento será realizado no Espaço Tom Jobim, às 11h, e contará com a presença do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e dos presidentes da Eletrobras e da Fundação Roberto Marinho, José da Costa Carvalho Neto e José Roberto Marinho. No dia do evento, cerca de 70 profissionais que atuam em projetos educativos e sociais das concessionárias de energia elétrica vão participar de uma formação de 8 horas para conhecer a metodologia desenvolvida e o kit pedagógico do projeto, que será distribuído a cada um.

Apostando na uniãoentre comunicação e educação, a iniciativa inclui a produção de duas séries – uma para TV, chamada Vida de República, e outra para rádio, intitulada Alô, João! – e desenvolvimento de cinco cadernos pedagógicos, cartaz, folhetos e um jogo educativo. Todo o material será implementado em escolas públicas e comunidades no Acre, Amazonas, Pernambuco e Rio de Janeiro.

Nesta etapa, o projeto será aplicado em turmas do Ensino Médio de escolas públicas estaduais que já utilizam a metodologia do Telecurso nos estados participantes. Para ampliar o alcance da mensagem, o programa de TV, com dez episódios, terá exibição nacional na tela do Canal Futura, enquanto a série de rádio, com 30 spots, será veiculada em emissoras regionais.



Saiba mais sobre o projeto

O “Energia que Transforma” terá uma aplicação preliminar em cerca de 400 turmas de escolas localizadas nos quatro estados participantes como um projeto complementar à metodologia do Telecurso no primeiro semestre de 2012.

O conteúdo será usado de forma transversal às disciplinas tradicionais e vai tratar de diversas questões ligadas à eficiência energética. Os desafios socioeconômicos impostos ao país na atualidade, os principais projetos de conservação e sustentabilidade de fontes energéticas, a participação dos cidadãos no desenvolvimento do setor energético, pesquisas relacionadas às novas fontes de energia, a necessidade de se produzir energia de forma sustentável e as alternativas eficientes para diferentes regiões e culturas são alguns dos pontos abordados.

As escolas participantes serão indicadas pelas próprias secretarias estaduais de Educação e deverão enviar professores para participarem das oficinas de formação do projeto. Nesses encontros, os educadores vão receber orientações sobre como usar o kit em sala de aula. Após participarem das oficinas, esses profissionais ficarão responsáveis por orientar o restante da comunidade escolar acerca do uso didático do material. As escolas receberão ainda a visita da equipe de monitoramento do projeto que acompanhará a utilização da metodologia.

Posteriormente, o kit será trabalhado em comunidades localizadas no entorno das escolas atendidas e em organizações não-governamentais com o objetivo de promover a educação para a eficiência energética no país, mobilizando lideranças para atuarem pela causa. O material poderá ser implementado também em outras redes de ensino em parceira com concessionárias do setor elétrico.

Além disso, a série Vida de República ficará disponível no FuturaTec, ferramenta que oferece gratuitamente conteúdos educativos do Canal pela internet.



“Vida de República” e “Alô, João!”



Com dez episódios, a série “Vida de República”, que estreia no Canal Futura em 26 de abril, mostra o dia a dia de cinco jovens universitários e do ensino médio, de origens geográficas e sociais diferentes, que moram numa república estudantil. Misturando documentário e ficção, o programa aborda, de maneira leve e criativa, a relação do cidadão com o consumo energético, assim como o desenvolvimento histórico e a atual situação da energia no Brasil. Os episódios contam ainda com a participação de diversos especialistas.

No programa “Alô, João!”, que será veiculado pelas rádios dos estados que participam do projeto, os convidados conversam com o apresentador João, em 30 spots, sobre situações cotidianas relacionadas ao meio ambiente e ao uso dos recursos naturais.



O Canal Futura

O Canal Futura é uma experiência pioneira de comunicação para transformação social, que opera a partir de um modelo de produção televisiva participativa, educativa e inclusiva, sem fins lucrativos e de interesse público, com base em parcerias que articulam e mobilizam redes da sociedade em vários estados brasileiros. Quarenta e um milhões de pessoas assistem regularmente à programação, por meio de antenas parabólicas, TVs por assinatura, TVs Universitárias parceiras, UHF e VHF.

O Canal Futura é resultado da parceria entre organizações da iniciativa privada, unidas pelo compromisso de investir socialmente e líderes em seus segmentos. Os parceiros mantenedores são: Confederação Nacional da Indústria (CNI), CNN, FIESP, FIRJAN, Fundação Bradesco; Fundação Itaú Social; Fundação Vale; Gerdau; Grupo Votorantim, Rede Globo e Sebrae.



A Eletrobras

A Eletrobras é a maior companhia de energia elétrica da América Latina. Empresa de capital aberto, controlada pelo governo brasileiro, atua nas áreas de geração, transmissão e distribuição, e lidera um sistema composto de 12 subsidiárias, uma empresa de participações (Eletrobras Eletropar), um centro de pesquisas (Eletrobras Cepel) e ainda possui metade do capital de Itaipu Binacional.

O sistema liderado pela Eletrobras, incluindo metade da potência de Itaipu, gera 42.302 MW, correspondente a 36% do total nacional. As linhas de transmissão atingem 54.104,94 km de extensão, representando cerca de 56% do total das linhas do Brasil

quarta-feira, 25 de abril de 2012

CURSO DE EDUCAÇÃO E GESTÃO AMBIENTAL A DISTANCIA


Realização






 PÚBLICO ALVO:

ALUNOS DE FACULDADE QUE QUEREM FAZER O CURSO DE

COMPLEMENTAÇÃO DE CARGA HORARIA:

_______________________________________________________

CURSO DE 30 HORAS - PREÇO R$ 50.00 + material


CURSO DE 60 HORAS R$ 80.00 + material



CURSO DE 100 HORAS R$150,00+ Material

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Exigência:

 * Prova final 20 questões 

  *Apresentação do - TCC - serão disponibilizado dez temas diferentes.



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AULAS EM:

* VÍDEOS 60 AULAS

*EM ÁUDIO 30 AULAS


CD- ROM- COM CONTÉDUO ESCRITO.




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 Material Didático em lista:

 http://digitalaassesoria.blogspot.com.br/2012/03/apostilas-para-concurso-publico.html

contatos
esc-digital@hotmail.com

73-81438129/73 81438129


Pronaf Florestal

Pronaf Florestal


A Secretaria do Meio Ambiente presta assistência técnica e extensão florestal aos agricultores enquadrados nos critérios do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, que objetivam a implantação de áreas de silvicultura ou sistemas agroflorestais em suas propriedades. Hoje, são mais de 170 famílias de produtores rurais que estão participando do programa nos municípios de Ubaíra, Wenceslau Guimarães, Jequié, Jaguaquara, Lafaiete Coutinho e Ubatã.

Pronaf Florestal em UbatãOs produtores recebem toda assistência para produção das mudas, plantio e condução das florestas. Também são realizados cursos sobre “produção de mudas” e “silvicultura”, para que os agricultores tenham as noções básicas das atividades referente à implantação de florestas. Os agricultores são orientados na adequação ambiental de suas propriedades, recebendo mudas de espécies florestais nativas para recuperação de áreas de Mata Ciliar e áreas de Reserva Legal.

Leia o Informativo do Pronaf Florestal.

Clique aqui e veja a cartilha sobre o Pronaf Florestal.

Superintendência de Políticas Florestais, Conservação e Biodiversidade - SFC
Diretoria de Florestas - DAF

Conferência do Meio Ambiente mobiliza 44 municípios baianos na etapa territorial

Conferência do Meio Ambiente mobiliza 44 municípios baianos na etapa territorial
Os municípios de Bom Jesus da Lapa e Brumado recebem, nesta terça (24) e quinta-feira (26), respectivamente, a etapa territorial da 3ª Conferência do Meio Ambiente, promovida pela Secretária Estadual do Meio Ambiente (Sema). Nos dois encontros serão representados os Territórios de Identidade do Velho Chico, do Sertão Produtivo e da Bacia do Paramirim, que abrangem um total de 44 municípios, com o intuito de debater aspectos ligados a Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos, Biodiversidade, Florestas, Descentralização e Desconcentração da Gestão Ambiental e Regulação e Qualidade Ambiental.
As Conferências Territoriais consistem num espaço voltado à participação da sociedade, no processo de integração, promoção e consolidação das políticas ambientais. De acordo com a coordenadora da 3ª Conferência Estadual do Meio Ambiente, Mariana Mascarenhas, este é um momento de articulação das ações em cada um dos Territórios. Já foram realizadas cinco etapas territoriais envolvendo os municípios de sete Territórios de Identidade: Portal do Sertão, Piemonte Norte do Itapicurú, Piemonte da Diamantina, Sisal, Bacia do Jacuípe, Recôncavo e Piemonte do Paraguaçu.
Com o tema “Integração das Políticas de Meio Ambiente e Recursos Hídricos”, a 3ª Conferência Estadual de Meio Ambiente é uma oportunidade de diálogo entre os governos e a sociedade civil. Os temas que serão abordados nos encontros foram escolhidos a partir de diferentes momentos de escuta pública, a exemplo de conferências anteriores, encontros de colegiados ambientais e do Plano Plurianual Participativo (PPA-P), que contou com a participação de diversos segmentos da sociedade na sua construção. As etapas Territoriais acontecem em 20 cidades-pólo, dos 27 Territórios de Identidade do Estado, até maio de 2012.
Municipais – As conferências municipais são de responsabilidade de cada município e devem ocorrer até um dia antes da etapa territorial. Nesta etapa, também são eleitos os delegados para a etapa estadual. Para a realização da fase municipal, a Sema disponibilizou algumas sugestões, incluindo orientação para a organização desta etapa e modelos do Decreto para Convocação e Relatório da Conferência, que servirá para a elaboração das propostas de cada um dos municípios. Essas informações estão disponíveis no hotsite da 3ª Conferência (www.conferenciaestadualdomeioambiente.ba.gov.br).

Importância da APA do Pratigi

Importância da APA do Pratigi


Proteger as restingas e manguezais característicos do ecossistema da Mata Atlântica, até as áreas de estuários do município de Igrapiúna e a foz do Rio Pinaré, além dos remanescentes de Floresta Ombrófila Densa e da Bacia Hidrográfica do Rio Juliana, exuberante complexo hídrico, que contribui para a estabilidade do sistema hidrográfico micro-regional, incluindo a Cachoeira da Pancada Grande, importante atrativo turístico da região.

Localização e área


A APA do Piratigi está localizada no litoral sul da Bahia, nos municípios de Igrapiúna Ituberá, Nilo Peçanha, Ibirapitanga e Piraí do Norte.
A APA tem uma área total de 85.686 ha.

Atributos Naturais


A APA do Pratigi constitui-se em uma faixa territorial de relevante interesse ambiental por apresentar remanescentes de Floresta Atlântica e seus ecossistemas associados: restingas e manguezais. Em toda a sua extensão, a APA do Pratigi apresenta espécies endêmicas da fauna e flora, como o macaco-prego-de-peito-amarelo, os ouriços, o jupará e a jataipeba, e algumas espécies ameaçadas de extinção, como a preguiça e o jacaré-de-papo-amarelo.

Aspectos Relevantes


Cachoeira da Pancada Grande
Praia do Pratigi em Ituberá
Barra dos Carvalhos e Cachoeira do Oco em Nilo Peçanha
Ilhas de Contrato, Âmbar e Ponta do Santo em Igrapiúna
Em Ibirapitanga e Piraí do Norte, destacam-se as nascentes da Bacia do Rio Juliana, cuja foz é o Rio Serinhaém.

Principais Conflitos Ambientais


Aterro de manguezais
Desmatamento
Uso indiscriminado de agrotóxicos
Captura e caça de animais silvestres
Pesca predatória
Ausência de saneamento básico

Atualmente há 10 comitês estaduais de Bacias Hidrográficas


Moradores, prefeitos, empresários e cidadãos em geral de cerca de 80 municípios baianos têm até o próximo dia 14 de maio (sexta-feira) para se inscrever e, assim, participar do processo de criação dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Recôncavo Sul, dos Rios Peruípe, Itanhém e Jucuruçu, e também dos Rios dos Frades, Buranhém e Santo Antônio. As inscrições para eleições de representantes da sociedade civil, usuários de águas e prefeituras foram iniciadas no dia 3 de março e estão acontecendo na unidade regional do Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá) em Eunápolis e Jequié, e também nas unidades municipais da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA).
Atualmente há 10 comitês estaduais de Bacias Hidrográficas em funcionamento em todo o Estado. Cada comitê é formado por representantes dos poderes públicos municipal, estadual e federal, da sociedade civil e dos usuários da água, que inclui os setores de irrigação, abastecimento humano, energia elétrica, navegação, lazer, turismo e pesca. O objetivo da formação dos comitês é promover a gestão participativa das águas.
“Nossa legislação que trata da gestão das águas determina uma postura democrática e participativa. As principais decisões sobre a gestão das bacias hidrográficas devem ser tomadas nos comitês, que garantem o mesmo espaço para sociedade civil, poder público e usuários. O comitê trata de questões que têm relação direta com a vida das pessoas. Da qualidade das bacias depende a saúde pública, as atividades econômicas e até a cultura e o lazer”, destaca o titular da diretoria socioambiental participativa do Ingá, José Augusto Tosato.
A coordenadora de gestão participativa, Milene Maia, chama a atenção para a participação das prefeituras. “É fundamental a participação efetiva da prefeitura na figura do prefeito, pelo fato de que diversas ações são deflagradas pelo município ou são de responsabilidade dele, como, por exemplo, o saneamento básico. Vale lembrar que a ausência de saneamento básico corresponde a mais de 98% da poluição hídrica do País. A participação do prefeito também contribui bastante para a construção das ações que deverão ser tomadas e implementadas pelo comitê”, afirma.
BACIA HIDROGRÁFICA DO RECÔNCAVO SUL
Itaparica, Ituberá, Nilo Peçanha, Valença, Brejões, Varzedo, Santo Antônio de Jesus, Aratuípe, Conceição do Almeida, Laje, Wenceslau Guimarães, Mutuípe, Jiquiriçá, Gandu, Nova Ibiá, São Miguel das Matas, Amargosa, São Felipe, Dom Macedo Costa, Itamari, Elísio Medrado, Santa Inês, Ubaíra, Presidente Tancredo Neves, Teolândia, Piraí do Norte, Irajuba, Muniz Ferreira, Cravolândia, Itaquara, Jaguaripe, Cairu, Vera Cruz, Itiruçu, Maraú,Taperoá,Igrapiúna, Nova Itarana, Camamu, Jaguaquara, Planaltino, Milagres, Sapeaçu, Salinas das Margaridas, Nazaré, Apuarema, Lajedo do Tabocal, Castro Alves, Maracás, Iaçu, Itatim, Santa Terezinha, Cruz das Almas, Maragogipe, Ibirataia, Itatim, Lafayete Coutinho e São Felix.
BACIA HIDROGRÁFICA DOS RIOS PERUÍPE, ITANHÉM E JUCURUÇU
Itanhém, Vereda, Medeiros Neto, Lajedão, Alcobaça, Teixeira de Freitas, Ibirapoã, Caravelas, Jucuruçu, Nova Viçosa, Itamarajú , Prado, Mucuri e Nova Viçosa.

BACIA HIDROGRÁFICA DOS RIOS FRADES, BURANHÉM E SANTO ANTÔNIO

Porto Seguro, Eunápolis, Guaratinga, Itabela, Santa Cruz de Cabrália, Belmonte, Itagimirim, Itamaraju, Prado.
Mais informações pelo e-mail cogep@inga.ba.gov.br, ou pelo telefone (71) 3116-3238.
Site do Ingá: www.inga.ba.gov.br

terça-feira, 24 de abril de 2012

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e o governador-geral do Canadá, David Johnston

Segunda-feira, 23 de abril de 2012 - 18:12
Ao lado das alunas Iracely e Maria Selma e do governador-geral do Canadá, o ministro Aloizio Mercadante fez previsões otimistas para o programa (Foto: Fabiana Carvalho)O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e o governador-geral do Canadá, David Johnston, estiveram reunidos na tarde desta segunda-feira, 23, na sede do Ministério da Educação, em Brasília, para compartilhar os resultados do programa Mulheres Mil no Brasil. A metodologia utilizada hoje pelos institutos federais de educação, ciência e tecnologia para desenvolver o Mulheres Mil em todo o País tem origem no Canadá.

No encontro, o governador-geral e os demais membros da delegação canadense puderam conhecer os resultados do programa que chegou ao Brasil em 2007, por meio de uma parceria entre a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação e instituições de ensino canadenses. Na época, foram implantados 13 projetos-piloto nas regiões Norte e Nordeste que beneficiaram 1.191 brasileiras entre 2007 e 2010.

“O Canadá já tinha esta tecnologia social desenvolvida. Consideramos a experiência brasileira extremamente exitosa. Tanto que amanhã divulgaremos o resultado do último edital para expandir o programa”, destacou Mercadante. Nesta terça-feira, 25, serão divulgados os próximos 102 campi de institutos federais onde a política será implantada.

O Mulheres Mil já está presente em 112 unidades da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e beneficia 10 mil brasileiras. Para este ano, estão previstas mais 20 mil vagas e até o final de 2014 a meta é beneficiar 100 mil brasileiras, por meio da política pública que se tornou programa do Governo Federal, integrante do Brasil Sem Miséria, no ano passado.

O ministro ainda se mostrou confiante com relação à continuidade do programa, voltado para atender mulheres em situação de vulnerabilidade social por meio da formação profissional aliada à elevação de escolaridade. “O programa com certeza dará um salto ainda maior”, afirmou.

Mercadante ainda lembrou que o Canadá é um dos parceiros estratégicos do programa Ciência Sem Fronteiras, que até o final de 2014 possibilitará o intercâmbio de 100 mil estudantes brasileiros com instituições de ensino estrangeiro. “O Brasil tem uma longa caminhada e interesse nesta parceria com o Canadá. Inclusive, para atrair pesquisadores canadenses que poderão dar sua contribuição ao nosso país”, disse.

Para David Johnston, as histórias de vida das alunas beneficiárias do programa no Brasil “são lindíssimas”. Ele se mostrou um entusiasta da política pública, cujos relatos das brasileiras atendidas nos institutos federais são muito parecidas com as mulheres canadenses beneficiadas com ações similares. “Estamos vendo os melhores frutos de uma cooperação bilateral”, ressaltou ele.

O evento também contou com a participação de duas ex-alunas do programa, que deram depoimentos a respeito da experiência de voltar às salas de aula depois de anos afastadas da escola e já estarem empregadas. “O projeto foi uma porta aberta para começar uma nova vida”, afirmou a cearense Maria Selma da Silva.

Maria Selma atualmente trabalha como camareira em um hotel de Fortaleza. A beneficiária estudou até a quinta série do ensino fundamental e aproveitou o programa para fazer cursos e avançar nos estudos até concluir o ensino médio. “Enxerguei que podia, sim, mudar, pensar mais em mim e me valorizar. Foi muito difícil passar tanto tempo fora da escola e voltar a estudar”, conta.

Iracely Garcia dos Anjos Coelho, também mãe e aluna do Mulheres Mil, é natural de Alcântara, no Maranhão. Ela conta que a participação proporcionou-lhe mais qualidade de vida, assim como às três filhas. “O projeto trouxe maravilhas em minha vida. Eu era diarista e hoje tenho meu emprego, trabalho em uma franquia de restaurante e recebo muitas propostas de trabalho”, afirma. A maranhense sonha cursar gastronomia, mas ressalta, como um de seus principais objetivos: “Gostaria de alguma forma participar do programa para auxiliar outras mulheres.”

As beneficiárias do programa entregaram ao governador-geral do Canadá, David Johnston, o livro Mulheres Mil – do sonho à realidade. A publicação traz o início da trajetória do programa no Brasil, narrada por 27 mulheres que participaram do projeto-piloto implantado nas regiões Norte e Nordeste.

Base Ambiental da Costa do Dendê- AMBIENTAL

Base Ambiental da Costa do Dendê

Em Novembro de 2009, foi inugurada em Valença a Base Ambiental da Costa do Dendê, resultado de uma parceria entre o Instituto do Meio Ambiente do Estado da Bahia (IMA), o Ministério Público baiano e a Associação dos Municípios do Baixo Sul (Amubs). O projeto visa com aproximar as entidades ambientais da região do Baixo Sul Baiano, propiciando a realização de ações integradas preventivas e fiscalizatórias para a defesa do meio ambiente, especialmente do bioma Mata Atlântica.

A estrutura administrativa da base se encontra inserida ao Sistema de Proteção Legal da Mata Atlântica (SPLMA) e atenderá, além do município de Jaguaripe na região do Recôncavo, a todos os municípios do Baixo Sul da Bahia: Valença, Barra do Rocha, Taperoá, Cairu, Nilo Peçanha, Ituberá, Gandu, Piraí do Norte, Itamari, Nova Ibiá, Ubatã, Ibirapitanga, Camamu e Maraú,
A Base Ambiental da Costa do Dendê é a segunda de cinco bases ambientais na Bahia propostas pelo Núcleo Mata Atlântica (Numa), Ministério do Meio Ambiente, no âmbito do projeto Corredores Ecológicos. A primeira base está situada em Amargosa, na região Recôncavo Sul. A terceira,a Base Ambiental da Costa das Baleias, inaugurada em março de 2010, se encontra em Teixeira de Freitas, no Extremo Sul da Bahia e conta com o apoio da a Cooperação Brasil-Alemanha e KFW Entwicklungsbank.

PRESIDENTE TANCREDO NEVES-BA - AMBIENTAL

PRESIDENTE TANCREDO NEVES-BA

O município de Presidente Tancredo Neves, antes conhecido como Tabuleiro de Liberina (1940), teve início com uma barraca de palha que ficava às margens da estrada que ligava as propriedades rurais à cidade de Valença, Nazaré e Aratuípe. Esta barraca, primeiro ponto comercial, pertencia a uma Senhora de nome Liberina, onde ali vendia alimentos e bebidas aos tropeiros que transportavam cargas em lombo de animais para as cidades acima citadas.
Nesta mesma época iniciou-se a construção manual da BA 002, surgindo outros comerciantes entre eles Israel, Oseas Araújo Borges (Cabloquinho), Adolfo Araújo Borges, Gracilíano José de Andrade, este último, proprietário da primeira pensão, localizada na Praça São Roque, com isso atraindo outros moradores. Estes comerciantes vendiam produtos alimentícios e vestuários e compravam agrícolas (farinha de mandioca e cacau).
Posteriormente o senhor José Pereira, proprietário da Fazenda Paraíso, passou a morar no povoado dando-lhe nome de Itabaína, nome de origem indígena que conforme antigos, provem de uma mistura de ramas com pedras (Ita significa pedra e baína rama), a história conta que naquela época as ramas se estendiam sobre as pedras, características acentuadas da região.
Com o surgimento da BR 101 por volta de 1957, o povoado começou a desenvolver-se com rapidez, em função da maior facilidade no transporte de cargas, por caminhões. Logo após, em 1968, a BR 101 foi asfaltada, dando um impulso progressivo para a região.
Itabaina localizava-se na Região do Distrito de Guerém que pertencia ao município de Valença. Esta dependência administrativa só durou até o ano de 1989.
No ano de 1988 realizou-se um plebiscito onde os eleitores decidiram pela emancipação do povoado. A emancipação política tornou-se realidade em 24 de fevereiro de 1989, aprovada pela Lei Estadual n° 4.836, e publicado no Diário Oficial no dia 25 de fevereiro de 1989.