segunda-feira, 5 de março de 2012

A bomba relógio tóxica

A "bomba relógio tóxica" dos fertilizantes e plásticos no ambiente marinho

Enormes quantidades de fertilizantes fosfatados - um fertilizante valioso e necessário para alimentar a crescente população mundial - estão atingindo os oceanos como resultados da ineficiência na agricultura e da falha na reciclagem de águas residuais.

A poluição por fosfato, juntamente com outras descargas descontroladas como as de nitrogênio e esgoto, está relacionada ao aumento no crescimento de algas, que por sua vez prejudicam a qualidade da água, aumentam a quantidade de peixes envenenados e comprometem o turismo costeiro.

Somente nos Estados Unidos, os custos estão estimados em mais de US$2 bilhões por ano, o que indica que no mundo todo anualmente o prejuízo pode chegar a dezenas de bilhões de dólares.

Ao mesmo tempo há uma preocupação crescente quanto ao impacto que bilhões de fragmentos de plásticos, tanto grandes quanto pequenos, causam à saúde do ambiente marinho global.

Novas pesquisas sugerem que os plásticos em pequenos fragmentos espalhados nos oceanos - juntamente com os pellets (http://www.globalgarbage.org/blog/index.php/2010/08/16/plastic-pellets-nas-praias-de-santos/) descartados pela indústria - podem absorver uma variada gama de elementos químicos tóxicos ligados ao câncer e impactar os processos reprodutivos dos seres humanos e da vida selvagem.

Especialistas afirmam que tanto as descargas de fosfato quanto as novas preocupações referentes aos plásticos salientam a necessidade de um melhor gerenciamento do lixo mundial e também da melhoria nos padrões de consumo e produção.

Os dois assuntos são colocados como questões-chave - considerados como persistentes ou emergente - no Year Book 2011 (http://www.unep.org/yearbook/2011/)do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (em inglês, UNEP) que está sendo lançado hoje antecedendo a reunião anual de ministros mundiais de meio ambiente, com abertura em 21 de fevereiro.

Achim Steiner, Sub-Secretário-Geral e Diretor Executivo do UNEP, disse: “A ciência é fundamental para ajudar os governos a priorizarem ações sobre os desafios persistentes e emergentes - de fato, as questões emergentes serão o tema central nos próximos 15 meses, à medida que os ministros se preparam para a decisiva Conferência Rio+20, a ser realizada no Brasil no próximo ano”.

“O fosfato e as histórias de plásticos no ambiente marinho evidenciam a necessidade urgente de se preencher lacunas científicas, mas também de se catalisar uma transição global para uma Economia Verde a fim de se concretizar o desenvolvimento sustentável e o combate à pobreza”, acrescentou.

A partir daqui - no Conselho Governamental do UNEP/Fórum Ministerial Global para o Meio Ambiente - começaremos consultas globais e regionais sobre uma pequena lista dos principais desafios científicos que precisam ser tratados a fim de auxiliar nessa transição e apoiar os governos na Rio +20″, disse Steiner.

“O foco estará também sobre as soluções e oportunidades. Seja fosfato, plástico ou qualquer outro dos tantos desafios enfrentados pelo mundo moderno, há, claramente, inúmeras oportunidades para a geração de novos tipos de empregos e também de indústrias mais eficientes”, acrescentou.

“Algo que traga uma gestão mais inteligente, um imperativo para a reciclagem transformadora de resíduos e seus impactos ambientais e de saúde, a partir de um problema sério em um valioso recurso, e que mantenha a área ocupada da humanidade dentro de limites planetários”, complementou.

Fosfato - o Desperdício de um Recurso Precioso à Agricultura
O UNEP Year Book 2011 destacou o fosfato, cuja demanda disparou durante o século 20, em parte por causa do debate acalorado sobre a possibilidade das reservas finitas de rocha fosfática acabarem em breve.

Estima-se que 35 países produzam fosfato de rocha e entre os dez países com as maiores reservas estão a Algéria, China, Israel, Jordânia, Rússia, África do Sul, Síria e Estados Unidos.

Novas minas de fosfato têm sido comissionadas em países como Austrália, Peru e Arábia Saudita e há países e também empresas buscando por novos horizontes mesmo que distantes, inclusive no fundo do mar na costa da Namíbia.

Alguns pesquisadores sugerem que o consumo de fosfato no mundo é, a médio e longo prazo, insustentável e que o pico de produção, com um posterior declínio, poderá ocorrer no século 21.

Outros discordam. O Centro Internacional de Desenvolvimento de Fertilizantes recentemente revisou para mais além as estimativas de reservas de cerca de 16 bilhões de toneladas para 60 bilhões de toneladas - considerando taxas de produção atuais, estas reservas poderiam durar por mais 300 a 400 anos. O Serviço Geológico dos Estados Unidos também ajustou recentemente as suas estimativas para 65 bilhões de toneladas. No entanto, os defensores da teoria do pico do fosfato argumentam que mesmo que o cronograma possa variar, a questão fundamental quanto ao fornecimento de fosfato, barato e facilmente acessível é, em última análise, limitada, e isso não vai mudar.

O Year Book conclama para uma avaliação global do fosfato e para o mapeamento mais preciso dos fluxos deste material no meio ambiente e quanto ao prognóstico dos níveis de reservas economicamente viáveis.

De acordo com o Year Book, a utilização global de fertilizantes que contêm fosfato, nitrogênio e potássio aumentou 600% entre os anos de 1950 e 2000.

Ele acrescenta que o crescimento populacional nos países em desenvolvimento e o aumento dos níveis de laticínios e da carne na dieta global são susceptíveis de aumentar ainda mais o uso de fertilizantes.

“Embora existam quantidades comercialmente exploráveis de rocha fosfática em diversos países, aqueles que não têm reservas nacionais poderão estar particularmente vulneráveis no caso de insuficiências globais”, observa o Year Book .

Mais pesquisas são necessárias para que se possa conhecer a forma como o fosfato se desloca pelo meio ambiente, a fim de maximizar a sua utilização na produção agrícola e pecuária e também reduzir o desperdício e impactos ambientais, inclusive em rios e oceanos.

• Atualmente, os seres humanos consomem - através da comida - apenas cerca de 1/5 do fosfato extraído, ficando o restante retido no solo ou sendo lançado no meio ambiente aquático.

• Nos últimos 50 anos, concentrações de fosfato em águas doces e em terra têm crescido na ordem de pelo menos 75%.

• O fluxo estimado de fosfato para o ambiente marinho a partir da terra já está na ordem de 22 milhões de toneladas por ano.

O Year Book aponta para a enorme oportunidade da reciclagem de águas residuais: nas mega- cidades dos países em desenvolvimento, até 70% desta água - carregada de nutrientes e fertilizantes, como o fosfato - é despejada sem tratamento em rios e zonas costeiras.

• Na Suécia, por exemplo, objetiva-se reciclar 60% do fosfato contido nas águas residuais dos municípios até o ano de 2015.

Outras medidas para reduzir as liberações incluem a redução da erosão e da perda da camada superior da terra onde grandes quantidades de fosfato estão associadas com as partículas do solo e com fertilizantes em excesso que são armazenados após a aplicação.

• Na África, as perdas de solo estão próximas de 0,50 toneladas por hectare por ano e na Ásia esta relação é ainda maior, chegando a quase 1,70 toneladas por hectare por ano.

As medidas de gestão da terra incluem a aração em contornos; o plantio em curva de nível de cercas-vivas em encostas íngremes, a aplicação de mulch e a plantação de culturas de cobertura e outra vegetações no solo.

Aumentar as taxas de reciclagem em minas de fosfato também poderia ajudar na conservação dos recursos e reduzir as descargas de sistemas de água local.

Plásticos no Ambiente Marinho - Uma Nova Bomba Relógio Tóxica?

A segunda questão emergente destacada no Year Book 2011 é quanto à necessidade da intensificação das pesquisas sobre o impacto dos plásticos que estão chegando aos oceanos.

Os cientistas estão se preocupando não somente com o dano direto à vida selvagem, mas quanto à toxicidade potencial de alguns tipos de materiais chamados de micro plásticos.

Estes micro-plásticos são pequenos pedaços com dimensão inferior a cinco milímetros que são descartados como pellets pelas indústrias, ou que se formam como resultado de pedaços maiores de plástico que se partem, por exemplo, devido à ação das ondas ou pela luz do sol.

A quantidade exata de plásticos, incluindo os micro-plásticos, que estão entrando ou se formando nos oceanos a partir das descargas terrígenas - mas também de embarcações e barcos de pesca- é desconhecida.

O que se sabe é que o consumo per capita de plástico, da embalagem até as sacolas plásticas e da indústria até os bens de consumo, têm aumentado acentuadamente.

• Na América do Norte e na Europa Ocidental, cada pessoa já utiliza cerca de 100 kg de materiais plásticos por ano - e é provável que esse número aumente para 140 kg até 2015.

• Cada pessoa que vive em países asiáticos em rápido desenvolvimento, utiliza cerca de 20 quilos de plástico por ano - este número deverá crescer para cerca de 36 quilos até 2015.

Atualmente, as taxas de reciclagem e de re-utilização variam enormemente mesmo entre países desenvolvidos.

Na Europa, as taxas de reciclagem de plásticos para a geração de energia variaram de 25% ou menos em diversos países europeus para mais de 80% na Noruega e na Suíça.

Preocupações anteriores relacionadas ao plástico incluem danos e morte na vida selvagem por emaranhamento.

Existe também uma preocupação quanto à vida selvagem se alimentar frequentemente de plásticos, pensando se tratar de alimento. Os albatrozes, por exemplo, podem confundir plástico vermelho com lulas, da mesma forma tartarugas podem achar que sacolas plásticas são águas vivas. Aves marinhas jovens de algumas espécies podem sofrer de má nutrição se elas se alimentarem de muito plástico, pensando estar ingerindo alimento.

Mas, o Year Book levanta uma bandeira sobre uma nova preocupação designada de “substância persistentes, bio-acumuláveis e tóxicas” associadas ao lixo marinho plástico.

A pesquisa indica que pedaços pequenos ou minúsculos de plástico estão absorvendo e concentrando, a partir da água do mar e de sedimentos, uma ampla gama de produtos químicos que vão dos bifenilos policlorados (PCBs) até pesticidas DDT.

“Muitos desses poluentes, incluindo os PCBs, causam efeitos crônicos como a desregulação endócrina, mutagenicidade e carcinogenicidade”, relata o Year Book.

“Alguns cientistas estão preocupados sobre a possibilidade de que esses agentes contaminantes persistentes possam eventualmente acabar na cadeia alimentar, embora haja uma grande incerteza quanto ao grau de ameaça que isso representa à saúde humana e à saúde do ecossistema” acrescenta.

Espécies como o espadarte e as focas - que estão no topo da cadeia alimentar - são citadas como potencialmente vulneráveis. Estas espécies são também consumidas pelos seres humanos.

Foi realizada recentemente uma pesquisa em 56 praias, em cerca de 30 países, sobre as concentrações de PCB em pellets levados pela água até a costa.

• As concentrações mais elevadas foram encontradas em pellets plásticos nos Estados Unidos, na Europa Ocidental e no Japão - as mais baixas foram localizadas na Ásia tropical e na África do Sul.

O Year Book registra uma série de iniciativas novas e já existentes, linhas de orientação e leis que visam à redução das descargas de plásticos e outros tipos de lixos.

Elas vão desde a Convenção Internacional para Prevenção da Poluição por Navios das Nações Unidas até o Programa Global de Ação para a Proteção do Ambiente Marinho das Atividades Baseadas em Terra do UNEP.

O Year Book apela para uma melhor aplicação de tais regras, para a conscientização do consumidor, para mudanças comportamentais e também para um melhor suporte às iniciativas nacionais e comunitárias.

Há ainda uma necessidade urgente de um melhor e mais inovador sistema de monitoramente de plásticos em todo o ambiente marinho, dado que ainda há lacunas reais quanto ao destino
final destes materiais.

Há evidências de que alguns plásticos não estão flutuando, mas sim afundando e se acumulando no fundo do mar.

“Lixo plástico tem sido observado no fundo do oceano a profundidades que vão do Estreito de Fram, no Atlântico Norte, até os cânions de águas profundas ao largo da costa do Mediterrâneo - acredita-se que a maior parte do plástico existente no Mar do Norte resida no fundo do mar”, diz o Year Book.

Ele também apela para a introdução progressiva de mudanças na coleta, reciclagem e reutilização de plásticos. “Se o plástico fosse tratado como um recurso valioso, ao invés de apenas um resíduo, todas as oportunidades para criar um valor secundário para o material ofereceriam incentivos econômicos para a coleta e reprocessamento”, ressalta o Year Book.

Leia também
Tudo termina no mar - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/tudo-termina-no-mar/

Plano de ação regional do NOWPAP em relação ao lixo marinho - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/plano-de-acao-regional-do-nowpap-em-relacao-ao-lixo-marinho/

Poluentes orgânicos em microplásticos em duas praias da costa portuguesa - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/poluentes-organicos-em-microplasticos-em-duas-praias-da-costa-portuguesa/

Giro do Pacífico Norte em um pequeno veleiro - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/giro-do-pacifico-norte-em-um-pequeno-veleiro/

Avaliação da percepção sobre lixo marinho: ferramenta para a gestão do problema - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/avaliacao-da-percepcao-do-lixo-marinho-ferramenta-para-a-gestao-do-problema/

Lixo marinho e nós: quem pode dar conta? - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/lixo-marinho-e-nos-quem-pode-dar-conta/

Lixo marinho elevou número de mortalidade de tartarugas em 2009 - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/lixo-marinho-elevou-numero-de-mortalidade-de-tartarugas-em-2009/

No fundo do mar, o lixo do carnaval de Salvador - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/no-fundo-do-mar-o-lixo-do-carnaval-de-salvador/

Tradução Global Garbage/Miriam Santini

Revisão técnica Projeto Lixo Marinho/Gerson Fernandino

*A reprodução da série especial sobre o lixo marinho é resultado da parceria entre o Mercado Ético, a Global Garbage e a Associação Praia Local Lixo Global/Projeto Lixo Marinho.

**Publicado originalmente no site Mercado Ético - http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/a-bomba-relogio-toxica-dos-fertilizantes-e-plasticos-no-ambiente-marinho/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=mercado-etico-hoje

sexta-feira, 2 de março de 2012

RICARDO PEREIRA


CURICULUM


RICARDO PEREIRA








Ricardo Conceição Pereira

Brasileiro, convívio estável, 29 anos Rua; loteamento Santo André Numero. 398

Bairro – união, Cidade – Ituberá, Estado - BA,Telefone: 73 - 81438129 / 99418190








objetivo:





Contribuir para implantar o Desenvolvimento empresarial sustentável do município e região implementar nas empresas bem como implantar as novas diretrizes para adequar a nova legislação ambiental e fomentar a gestão e a educação ambiental no âmbito sócio econômico e cultural nas comunidade.







CARGO PRETEDIDO:



Coordenador técnico de meio ambiente;

Analista ambiental;

Auxiliar técnico de meio ambiente;







1.    FORMAÇÃO ACADÊMICA:

Graduado em Biologia 2008 - FTC



Cursando pós-graduação  pericia e auditoria ambiental FACINT

1.    Cursos extas: educação ambiental, Direto Ambiental, planejamento estratégico, crimes ambientais, medotologia de projetos, Planejamento Ambiental Estadual e Municipal e gestão pública Municipal.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

· Período ano 2000 Empresa – Ambial Cargo: auxiliar em fabricação de alimentos

· Período ano 2008 professor estagiário Colégio estadual Idelzito Eloy de Abreu

· Período ano 2007 professor estagiário EMEF – Sonia Maria



Período 2001 – Empresa- Ebal – cesta do povo Cargo: auxiliar principais atividade: caixa, balaço, e almoxarifado.



Período 2001 a 2011 – Empresa- prefeitura Municipal de ituberá Cargo: funcionário público Principais atividades: motorista de ambulância em motorista da educação com viagens para toda Bahia.



Período 2005 a 2011 – Empresa- DIGITAL – Empresa de serviços e consultoria



Cargo:consultor Principais atividade: Preparação de cursos, palestrante, formatação de projetos ambientais: plano de cosevaçaõ ambiental, conservação da mata atlântica, recuperação de mata ciliares, plano de manejo, supervisão de território, análise de impacto, reflorestamento, recuperação de área degradada, educação ambiental, diagnostico ambiental, cadastro propriedades, mapeamento.



ATUALMENTE MUNICIPAL DE ITUBERÁ -cargo- superintendente de meio Ambiente.



QUALIFICAÇÕES E ATIVIDADES PROFISSIONAIS:



· Curso em crimes ambientais 60 horas CENASP, conclusão 12/05/2008 ).



·Curso em emegêcista pre-hospitalar 60 horas SENASP , conclusão em 02/10/2007.



· Monitor do Curso em educação ambiental 30 horas Instituto Casas das letras 30-03-2008



·Monitor do curso desenvolvimento sustentável 30 horas parcerias com Jequitibá, Casas das Letras e a Digital – 30 de 03 de 2008.



· Curso de cultivo de alevino do camarão 10 horas – maricultura 30 - 09 - 2006



· Curso de melhoramento genético da seringueira- Michelin 08 horas 30 -10-2008



· Curso- Atualização da língua portuguesa instituição FTC - carga 24 horas 04-08-2006



· Responsável e monitor do Curso de extensão de endemias para agentes de saúde empresa -Digital carga 16 horas 18-04-2008



· Curso de gestão pública 100 horas fundação ulysses Guimarães 2011- janeiro

INFORMAÇÕES ADICIONAIS







· Disponibilidade para mudança de cidade, estado ou País

· Posso trabalhar como pessoa física ou jurídica


A leishmaniose na Região Costa do Dendê



A leishmaniose é uma doença crônica, de manifestação cutânea ou visceral pode-se falar de leishmanioses, no plural, causada por protozoários flagelados do gênero Leishmania, da família dos Trypanosomatidae. O calazar leishmaniose visceral e a úlcera de Bauru leishmaniose tegumentar americana são formas da doença.  É uma zoonose comum ao cão e ao homem. É transmitida ao homem pela picada de mosquitos flebotomíneos, que compreendem o gênero Lutzomyia chamados de "mosquito palha" ou birigui e Phlebotomus.

No Brasil existem atualmente 6 espécies de Leishmania responsáveis pela doença humana, e mais de 200 espécies de flebotomíneos implicados em sua transmissão. Trata-se de uma doença que acompanha o homem desde tempos remotos e que tem apresentado, nos últimos 20 anos, um aumento do número de casos e ampliação de sua ocorrência geográfica, sendo encontrada atualmente em todos os Estados brasileiros, sob diferentes perfis epidemiológicos.

Estima-se que, entre 1985 e 2003, ocorreram 523.975 casos autóctones, a sua maior parte nas regiões Nordeste e Norte do Brasil. Em Portugal existe principalmente a leishmaniose visceral e alguns casos muito raros de leishmaniose cutânea. Esta raridade é relativa, visto que na realidade o que ocorre é uma subnotificação dos casos de leishmaniose cutânea. Uma razão para esta subnotificação é o fato de a maioria dos casos de leishmaniose cutânea humana serem autolimitados, embora possam demorar até vários meses a resolverem-se.
As leishmania são transmitidas pelos insetos fêmeas dos gêneros Phlebotomus Velho Mundo) ou Lutzomyia
No início do século XX o médico paraense Gaspar Viana iniciou estudos sobre a leishmaniose, e a ele atribui-se a descoberta dos primeiros tratamentos para a doença. A doença também pode afetar o cão ou a raposa, que são considerados os reservatórios da doença, conforme referido pelo médico sanitarista.


 Imformação:

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Leishmaniose
http://www.proanima.org.br/arquivos/folheto-informativo-leishmaniose-visceral/view

AMBIENTAL APA DO PRATIGÍ: Mitsubishi Corporation

AMBIENTAL APA DO PRATIGÍ: Mitsubishi Corporation

CURSO DE MANIPULÇÃO DA LAVOURA DO GUARANÁ








Foi realizado no ultimo dia 28 de fevereiro o 5º dia de campo, sobre a cultura do guaraná bem como os seus aspectos físico, químicos, e biológicos e fitossanitários.

O curso foi realizado na Fazenda Karina de propriedade da empresa Guaran´apis.

O dia de campo contou com a parceria da secretaria de agricultura do município de Ituberá Sr. Ronaldo Jose dos santos
Responsavél técnico, e  EBDA,  representantes da Casa Familiar Rural de Igrapiúna e a Secretaria  Municipal de Meio Ambiente do municipio de Ituberá acopanhando pelo Sr. Ricardo Pereira Biólogo superitedente do meio ambiente do município.

O evento também contou com a participação de agricultores da região, interessados no aprendizado bem como no Desenvolvimento de uma lavoura Rural Sustentável, sendo dado enfoque à produção e produtividade da cultura do Guaraná.
A colheita é manual, retirando-se os frutos maduros (abertos) ou os cachos. Após a colheita, os frutos devem ser amontoados num galpão por dois a três dias, para uma leve fermentação. Em seguida, são despolpados, manualmente ou por meio de máquinas despolpadeiras  sendo feito a linpezas do mesmo, em seguida é levadopara o secador burareiro.
 A secagem  deve lenta e durar em torno 12  horas até atingir em torno 1.8 a 2.3% de umidade . Temos, assim, o grão de guaraná torrado sem nenhum risco para saude humana e a contaminação de bactérias
O dia de Campo foi ministrado pelo Engenheiro Agrônomo Rafael de Araújo Ferraz responsável técnico pelo departamento agrícola da empresa. Rafael ficou muito satisfeito com a presença e entusiasmo de todos, salientando que as portas  da fazenda estarão sempre abertas a grupos de agricultores e alunos interessados na cultura, e que parcerias como essa deveriam ser mais frequentes.
Foi fomentado capacitação do guaranazeiro (Paullinia cupana, variedade sorbilis (Martius) Duke) é uma planta nativa da Amazônia, produz o fruto conhecido como guaraná. É uma espécie vegetal arbustiva e trepadeira da família das sapindáceas, cujo nome provém do termo indígena "varana", que significa árvore que sobe apoiada em outra. Cultivado inicialmente, na Amazônia pelos índios maués.


Na Bahia é cultivado no baixo sul , tornando o estado o maior produtor do país. O cultivo é de grande importância sócio-econômica para a região em virtude de ser explorado por pequenas propriedades e por ser uma atividade típica de agricultura familiar. A área cultivada na Bahia é de 8.000 há com produção de 2.600 toneladas e uma produtividade média superior a 500 kg/há contra menos de 300kg/há da região produtoras da Amazônia.
 A produtividade dos plantios da Bahia é muito superior, visto que a região reúne condições mais propícias ao desenvolvimento da planta, com boa distribuição de chuvas ao longo do ano, solos de maior fertilidade e baixa incidência de doenças como a antracnose, além de usar tecnologias diferenciadas.
Existe um grande  mercado bastante significativos, a Guaran’apis é pioneira em diversos segmentos.
Foi a primeira, por exemplo, a lançar no mercado extrato de guaraná em flaconetes, adequados para o consumo de um público diverso, sobretudo interessado nos efeitos orgânicos do guaraná, especialmente o aumento da disposição, vitalidade e energia.


quinta-feira, 1 de março de 2012

Mitsubishi Corporation

Educandos da Casa Familiar Agroflorestal, uma das unidades de ensino contempladas pela parceria
Parceira desde 2009, a Mitsubishi Corporation ampliou, no dia 13 de fevereiro, o apoio ao Programa de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Mosaico de Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul da Bahia (PDIS). A empresa irá aportar, nos próximos três anos, US$ 1,8 milhão em três casas familiares ligadas ao PDIS, que atuam na região. Os recursos serão utilizados para o custeio da formação de novos empresários rurais.

No dia 14 de fevereiro, os representantes da Mitsubishi, Minoru Akita, Gerente Geral de Responsabilidade Social Corporativa no Japão, e Kana Hasegawa, responsável por Responsabilidade Social Corporativa no Brasil, visitaram as unidades de ensino contempladas pela parceria. Na oportunidade, interagiram com jovens estudantes.

Anteriormente, a empresa já apoiava um projeto em Igrapiúna (BA). Financiou, entre 2009 e 2011, a capacitação de educandos da Casa Familiar Rural de Igrapiúna como agentes multiplicadores de tecnologias apropriadas à produção e beneficiamento de cacau, pupunha, seringueira e banana.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

PISO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

ATENÇÃO APLB DA COSTA DO DENDÊ   OS GESTORES PAGA BEM AOS SEUS PROFESSORES?

O Ministério da Educação fixou em R$ 1.451 o piso salarial a ser pago por Estados e municípios aos professores de escolas públicas no ano de 2012. Presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski afirma que as prefeituras não dispõem de caixa para custear a folha.
Estudo feito pela entidade comandada por Ziulkoski concluiu que o novo piso representa um acréscimo 22,22% em relação ao que foi gasto no ano passado para honrar os contracheques dos professores. O documento anota que, de 2009 a 2011, essa rubrica foi engordada em R$ 5,4bilhões.
Uma parte, R$ 1,6 bilhão, pagou os reajustes salariais. Outra, R$ 3,8 bilhões, refere-se a contratações adicionais que tiveram de ser feitas para adequar as prefeituras à lei que destinou um pedaço da carga horária dos professores a atividades extra-classe –preparação de aulas e correção de provas, por exemplo.
Paulo Ziulkoski realça que a folha salarial não é a única despesa das escolas. Gasta-se também com material e manutenção dos prédios. Em timbre dramático, ele pergunta: “Como vamos fazer com isso? Vamos pagar o professor e fechar as escolas?”
Quem compara as lamúrias do mandachuva da confederação de municípios com o Brasil grande dos discursos oficiais de Brasília fica tentado a inquirir os seus botões: que diabos de sexta economia mundial é essa que não consegue pagar R$ 1.451 por mês aos seus professores?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

DIGITAL

A EMPRESA DIGITAL, lembra que os problemas é pra seres resolvidos  e não para ser escondidos, então nos podemos resolver os seus, faça uma consultoria, ou  projetos conosco.  Trabalhamos com instituição privas, prefeitura, câmara de vereadores e institutos, osip, cooperativas associações. Construímos implantamos e coordenação, projetos, curso, palestra, capacitação, e assessoria.  A nossa empresa cuida da gestão pública municipal, agora a grande atenção nossa e projetos sociais a exemplo do projeto, CONSTRUINDO CIDADANIA ATRAVÉS DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, Uma empresa caráter econômico, social, cultural, ambiental, educativo, técnico, consultivo me promoção da cultura e na proteção do meio ambiente como instrumentos de fortalecimento da cidadania, de transformação social e de busca do  desenvolvimento empresarial consciente, a partir de ações isoladas ou em parcerias, tendo como foco promoção do desenvolvimento sustentável.

MANIFESTO NACIONAL

Manifesto em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável
Junho de 2011
Por que tanta polêmica em torno da manutenção do que resta das nossas florestas? Será possível que ambientalistas, cientistas, religiosos, empresários, representantes de comunidades, movimentos sociais e tantos cidadãos e cidadãs manifestem sua indignação diante do texto do Código Florestal, aprovado pela Câmara dos Deputados, apenas por um suposto radicalismo ou desejo de conflito sem cabimento? Será justo afirmar que os defensores das florestas não levam em conta as pessoas e suas necessidades de produzir e consumir alimentos? Do que se trata, afinal? O que importa para todos os brasileiros?
Importa, em primeiro lugar, esclarecer a grande confusão sob a qual se criam tantas desinformações: não está se fazendo a defesa pura e simples das florestas. Elas são parte dos sonhos de um país com mais saúde, menos injustiça, no qual a qualidade de vida de todos seja um critério levado em conta. Um Brasil no qual os mais pobres não sejam relegados a lugares destruídos, perigosos e insalubres. No qual a natureza seja respeitada para que continue sendo a nossa principal fonte de vida e não a mensageira de nossas doenças e de catástrofes.
A Constituição Brasileira afirma com enorme clareza esses ideais, no seu artigo 225, quando estabelece que o meio ambiente saudável e equilibrado é um direito da coletividade e todos – Poder Público e sociedade – têm o dever de defendê-lo para seu próprio usufruto e para as futuras gerações Esse é o princípio fundamental sob ataque agora no Congresso Nacional, com a aprovação do projeto de lei que altera o Código Florestal. 23 anos após a vigência de nossa Constituição quer-se abrir mão de suas conquistas e provocar enorme retrocesso.
Há décadas se fala que o destino do Brasil é ser potência mundial. E muitos ainda não perceberam que o grande trunfo do Brasil para chegar a ser potência é a sua condição ambiental diferenciada, nesses tempos em que o aquecimento global leva a previsões sombrias e em que o acesso à água transforma-se numa necessidade mais estratégica do que a posse de petróleo.
Água depende de florestas. Temos o direito de destruí-las ainda mais? A qualidade do solo, para produzir alimentos, depende das florestas. Elas também são fundamentais para o equilíbrio climático, objetivo de todas as nações do planeta. Sua retirada irresponsável está ainda no centro das causas de desastres ocorridos em áreas de risco, que tantas mortes têm causado, no Brasil e no mundo.
Tudo o que aqui foi dito pode ser resumido numa frase: vamos usar, sim, nossos recursos naturais, mas de maneira sustentável. Ou seja, com o conhecimento, os cuidados e as técnicas que evitam sua destruição pura e simples. É mais do que hora de o País atualizar sua visão de desenvolvimento para incorporar essa atitude e essa visão sustentável em todas as suas dimensões.
Tal como a Constituição reconhece a manutenção das florestas como parte do projeto nacional de desenvolvimento, cabe ao poder público e nós, cidadãos brasileiros, garantir que isso aconteça. Devemos aproveitar a discussão do Código Florestal para avançar na construção do desenvolvimento sustentável. Para isso, é de extrema importância que o Senado e o governo federal ouçam a sociedade brasileira e jamais esqueçam que seus mandatos contêm, na origem, compromisso democrático inalienável de respeitar e dialogar com a sociedade para construir nossos caminhos.
O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, criado pelas instituições abaixo assinadas, convoca a sociedade brasileira a se unir a esse desafio, contribuindo para a promoção do debate e a apresentação de propostas, de modo que o Senado tenha a seu alcance elementos para aprovar uma lei à altura do Brasil.
Caso sua instituição queira aderir ao Manifesto, entre em contato no e-mail comiteflorestas@gmail.com
Lista das instituições que assinam o manifesto até 25/10/2011:
1.    350.org
2.    22º BA - GRUPO ESCOTEIRO CINCO VÁRZEAS - Piritiba/BA
3.    5 Elementos
4.    A PET Nosa de Cada Dia
5.    A Rocha Brasil
6.    ABI - Associação Brasileira de Imprensa
7.    ABONG - Associação Brasileira das ONGs
8.    ABRAMPA – Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente
9.    ACMUN - Associação Cultural de Mulheres Negras/RS
10.  ADA - Agência de Desenvolvimento Ambiental/PR
11.  ADVBAM
12.  Afroreggae
13.  Agência Ambiental Pick-upau
14.  AGROPALMA
15.  AJUFE
16.  AMALUMIAR
17.  AMB Pará - Articulação de Mulheres Brasileiras
18.  AmbienTeia UFC
19.  AMNB - Articulação de Mulheres Negras Brasileiras
20.  AMPJ - Associação Movimento Paulo Jackson
21.  Anis Consultorias
22.  APEDeMA-RS - Assembleia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente
23.  Apremavi
24.  ASA - Articulação no Semi-Árido Brasileiro
25.  ASCAE - Associação Cultural Arte e Ecologia
26.  Associação Alternativa Terrazul
27.  Associação APAS de Agroextrativismo de Castelo dos Sonhos-PA
28.  Associação Caatinga
29.  Associação Cultural Cena Urbana
30.  Associação Cultural da Comunidade do Morro do Querosene
31.  Associação de Participação Popular de Mateus Leme (APP-ML)
32.  Associação dos Geógrafos Brasileiros
33.  Associação dos Moradores da Lagoinha e Adjacências – Lagoinha Viva!
34.  Associação dos Professores de Direito Ambiental do Brasil – Aprodab
35.  Associação dos Proprietários de RPPN do Ceará – Associação Asa Branca
36.  Associação dos Skatistas da Praça
37.  Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico
38.  Associação Paraibana dos Amigos da Natureza – APAN
39.  Associação Wotchmaücü do Povo Tikuna
40.  Beraca Sabará Quimicos e Ingredientes S/A
41.  Bio-Bras (Mogi das Cruzes-SP)
42.  CACAI - Centro de Apoio a Criança e ao Adolescente de Iguaba
43.  CARE Brasil
44.  CCOB - Conselho Comunitário da Orla da Baía.
45.  CEA - Centro de Estudos Ambientais
46.  CELS - Coletivo de Educadores Livres e Solidários
47.  CENPEC
48.  Centro de Educação Ambiental São Bartolomeu
49.  Centro de Educação e Cultura do Trabalhador Rural (CENTRU -MA)
50.  Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul/Ba - CEPEDES
51.  Centro de Harmonização Interior
52.  CI - Conservação Internacional do Brasil
53.  CIR - Conselho Indígena de Roraima
54.  CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
55.  CNS - Conselho Nacional das Populações Extrativistas
56.  COAPIMA - Coordenação das Organizações e Articulações dos Povos Indígenas do Maranhão
57.  COIAB - Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira
58.  Coletivo Alternativa - Biologia UERJ
59.  Coletivo Curupira
60.  Coletivo Socioambiental de Bragança Paulista.
61.  Comissão Pró Índio do Acre
62.  Comitê Intertribal da Rio+20
63.  CONIC - Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil
64.  Cooperativa dos Catadores da Vila Emater
65.  CTA - Centro dos Trabalhadores da Amazônia
66.  CUT - Central Única dos Trabalhadores
67.  Ecocanes Instituição Ambiental- Canavieiras/BA.
68.  Essência Vital
69.  FASE - Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional
70.  FBOMS – Fórum Brasileiro de ONGS e Movimentos Sociais
71.  FETRAF - Federação de Trabalhadores na Agricultura Familiar
72.  FMAP - Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense
73.  Fórum Carajás
74.  Fórum das ONG´s Ambientais do Estado do Tocantins
75.  Forum de ex-Ministros de Meio Ambiente
76.  Fórum de ONGs Ambientalistas do Distrito Federal
77.  Fórum Mundaças Climáticas e Justiça Social (FMCJS)
78.  Fórum Nacional de Reforma Urbana – FNRU
79.  Fpolis/SC
80.  FSC Brasil - Conselho Brasileiro de Manejo Florestal
81.  FUEP - Federação Umbandista do Estado do Paraná
82.  FULANAS - Mulheres Negras da Amazônia Brasileira
83.  FUNBIO - Fundo Brasileiro para a Biodiversidade
84.  Fundação Ecológica Cristalino
85.  Fundação Grupo Boticário
86.  Fundação SOS MATA ATLÂNTICA
87.  Fundação Tide Setubal
88.  FURPA - Fundação Rio Parnaíba
89.  FVA - Fundação Vitória Amazônica
90.  GMSE - Grupo Mundo Subterrâneo de Espeleologia
91.  GPA - Grupo Pró-Ambiental
92.  Greenpeace Brasil
93.  Grupo Excursionista Pedra Branca
94.  Grupo Natural Terê
95.  GTA - Grupo de Trabalho Amazônico
96.  IBASE
97.  ICV - Instituto Centro de Vida
98.  IDESAM - Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas
99.    IDS - Instituto Democracia e Sustentabiliade
100.               IEAM - Instituto Encontro das Águas da Amazônia
101.               IES Brasil - Instituto de Educação Socioambiental Brasileiro
102.               IGOND - Instituto Gondwana
103.               Imaflora
104.               IMENA - Instituto de Mulheres Negras do Amapá
105.               INEGRA - Instituto Negra do Ceará
106.               INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos
107.               INPEcs - Instituto Nacional de Planejamento Educacional e Consultoria Social
108.               Instituto Carijós Pró-Conservação da Natureza
109.               Instituto Curicaca
110.               Instituto Ecoar para Cidadania
111.               Instituto Espinhaço - Biodiversidade, Cultura e Desenvolvimento Sócio Ambiental
112.               Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social
113.               Instituto O Direito por um País Verde
114.               Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS)
115.               Instituto Refloresta
116.               Instituto Transformance: Cultura e Educação (ITCE)
117.               IPAM - Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia
118.               ISA - Instituto Socioambiental
119.               ISPN - Instituto Sociedade População e Natureza
120.               ITEC - Instituto de Desenvolvimento de Tecnologias Sustentáveis e Educação Ambiental
121.               ITP - Instituto Terra Brasilis
122.               ITPA - Terra de Preservação Ambiental
123.               Joiville Nossa Cidade
124.               Jornal Oecoambiental
125.               MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens
126.               MAMA - Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia
127.               MEP-PA Movimento Evangélico Progressista
128.               MIB - Movimento Inovação Brasil
129.               MMC - Movimento de Mulheres Camponesas
130.               MOPSAB – Movimento Popular de Saúde Ambiental de Barueri
131.               MOPSAM Movimento Popular de Saúde Ambiental de Santo Amaro
132.               Movimento Amazônia para Sempre
133.               Movimento Ambientalista Grande Sertão Veredas – MAISVERDE
134.               Movimento Planeta Verde
135.               Movimento SOS Florestas
136.               MPA - Movimento dos Pequenos Agricultores
137.               MST - Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra
138.               MUDH - Movimento Humanos Direitos
139.               Natura
140.               Nexfull
141.               Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul (nej/rs)
142.               OAB - Ordem dos Advogados do Brasil
143.               OMT – Organização Sócio Ambiental Mira Terra
144.               Ong Ação Verde - Associação Cultural Ambientalista
145.               ONG Água é Vida
146.               ONG Arara
147.               ONG Ecopantanal
148.               ONG MIRA SERRA
149.               ONG Redecriar
150.               ONG Sociedade Global
151.               Organização Bio-Bras
152.               PACS - Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul
153.               Papel Social Comunicação
154.               Portal Muda de Ideia
155.               Quadro Vivo – jardins verticais
156.               Reciclázaro
157.               Rede Brasileira de Arteducadores (ABRA)
158.               Rede das Mulheres de Terreiro de Pernambuco
159.               Rede Jubileu Sul – Brasil
160.               REJU - Rede Ecumênica da Juventude
161.               REJUMA - Rede de Juventude Pelo Meio Ambiente
162.               Reliplam-Brasil (Rede Latino-Americana de Plantas Medicinais, Aromáticas e Nutracêuticas)
163.               Reserva Particular do Patrimônio Natural TUN
164.               Revista Brasil EcoNews
165.               RMA - Rede de Ongs da Mata Atlântica
166.               RMERA - Rede de Mulheres Empreendedoras Rurais da Amazônia
167.               SINPAF - Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário
168.               SINTTRAF - Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar
169.               Slowmovie - Frida Trends
170.               Sociedade Brasileira de Espeleologia
171.               SOS Clima Terra
172.               SPVS - Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental
173.               STTR LRV - Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Lucas do Rio Verde
174.               Studio RJ
175.               Studio SP
176.               Terra Mãe
177.               Terrachamando
178.               UEB – União dos Escoteiros do Brasil
179.               Uiala Mukaji - Sociedade das Mulheres Negras de Pernambuco
180.               União Planetária
181.               Via Campesina
182.               VII SEMBIO-UFBA
183.               Vitae Civilis
184.               WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal
185.               WWF Brasil