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O DETER é um
levantamento rápido feito mensalmente pelo INPE desde maio de 2004, com
dados do
sensor MODIS do satélite Terra/Aqua e do Sensor WFI do
satélite CBERS, de resolução espacial de 250 m. O DETER foi desenvolvido
como um sistema de alerta para suporte à fiscalização e controle
de desmatamento. Por esta razão o DETER mapeia tanto
áreas de corte raso quanto áreas em processo de desmatamento por
degradação florestal.
No caso de corte raso os órgãos de fiscalização podem fazer a responsabilização para ações ilegais e no caso das áreas de degradação progressiva, além da responsabilização, a federação e os estados podem atuar para reverter o processo, quando possível. Com este sistema, é possível detectar apenas desmatamentos com área maior que 25 ha. Devido à cobertura de nuvens nem todos os desmatamentos são identificados pelo DETER. O DETER apresenta seus dados por estratificados por município, estado, base operativa do Ibama e unidades de conservação, buscando facilitar e agilizar as operações de fiscalização por quem de direito. O sistema DETER captura apenas parte dos desmatamentos ocorridos, devido à menor resolução das imagens/sensores utilizadas e as restrições de cobertura de nuvens. Desmatamento não é um evento, mas um processo. A conversão de floresta primária até o estágio de corte raso pode levar de alguns meses até vários anos para ser concluída. Os dados do DETER podem incluir áreas cortadas em períodos anteriores ao do mês de mapeamento ou em processo de desmatamento progressivo, mas cuja detecção não fora possível por limitações de cobertura de nuvens. É preciso distinguir entre o tempo de ocorrência e a oportunidade de detecção do desmatamento, que é quando a fração de exposição de solo permite a sua interpretação e mapeamento. INPE enfatiza que o DETER é um sistema expedito de alerta desenvolvido metodologicamente para suporte à fiscalização. A informação sobre áreas é para priorização por parte das entidades responsáveis pela fiscalização. O DETER pode ser usado apenas como indicador de tendências do desmatamento anual. A liberação dos dados ao público segue cronograma mensal no periodo de maio a outubro, quando há grande disponibilidade de imagens sem nuvens na região amazônica, e bimestral no periodo novembro a abril, meses que tradicionalmente apresentam sérias limitações de observação devido as condições meteorológicas. Os sistemas PRODES e DETER estão inseridos como ações do MCT no Grupo Permanente de Trabalho Interministerial para a redução dos índices de desmatamento da Amazônia legal, criado por decreto presidencial de 3 de Julho de 2005. O GTPI é parte do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia legal, lançado em 15 de março de 2004. Avaliações mensais ou bimestrais do DETER: Desde maio 2008 o INPE submete os dados do DETER a um processo de validação e qualificação. A qualificação dos dados do DETER tem como objetivo caracterizar os dados quanto ao processo de desmatamento em que a área esta sendo submetida. Para a qualificação, faz-se uso de imagens provenientes de sensores a bordo dos satélites Landsat 5/TM ou IRS/P6 adquiridas em período equivalente ao das Imagens Modis, com resolução espacial mais fina (aprox 30 m). A qualificação do DETER é amostral, ou seja, apenas uma parte dos Alertas é avaliada. O tamanho da área amostrada e sua representatividade variam a cada mês de acordo com as condições atmosféricas e a disponibilidade de imagens de média resolução. No período seco, em geral, a área amostrada é maior do que no período chuvoso, quando grande parte da região permanece sob nuvens. Desta forma, a qualificação dos Alertas não pode ser vista como um mapeamento mais detalhado do DETER, pois não é possível assegurar uma área mínima a ser amostrada mês a mês. Na qualificação dos desmatamentos, os Alertas são sobrepostos às imagens de resolução espacial mais fina e então são classificados como Corte Raso ou Degradação Florestal de Intensidade Leve, Alta ou Moderada. Nessa avaliação os Alertas não confirmados como desmatamento (falsos positivos) também são contabilizados. Veja também: Metodologia DETER (versão 2.0 - 09/julho/2008). Arquivo pdf (1 Mb). Relatório técnico científico contendo avaliação detalhada do DETER 2006/2007, produzido pelo INPE em abril/2008. Arquivo pdf (18 Mb) . Avaliação do INPE sobre o relatório da emitido pela SEMA/MT em março/2008. Arquivo pdf (120 Mb). Relatório de avaliação do DETER, PRODES, DEGRAD e QUEIMADAS para 2008. Arquivo pdf (4 Mb). Contato, dúvidas, sugestões: prodes@dpi.inpe.br |
sábado, 6 de setembro de 2014
Sistema DETER
Monitoramento da Amazônia
A Amazonia
O Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia tem o
objetivo de monitorar as alterações na cobertura vegetal nativa da
Amazônia Legal.
Atualmente, o Projeto desempenha atividades de produção de indicadores
geográficos de desmatamento, mapas logísticos para operações de
fiscalização,
relatórios estatísticos de desmatamento, manifestações técnicas em
processos administrativos, cursos de capacitação e apoio às unidades
descentralizadas do Ibama.
Para a execução das atividades de monitoramento são utilizadas,
principalmente, informações do Sistema de Detecção de Desmatamento em
Tempo Real - DETER e
do Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite - PRODES, ambos produzidos
pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, bem como outras informações extraídas em imagens de satélite.
O DETER é
um projeto do INPE/MCT, com apoio do MMA e do IBAMA e faz parte do
Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia do Governo Federal.
O sistema DETER
(Detecção de Desmatamento em Tempo Real) utiliza sensores com alta
freqüência de observação para reduzir as limitações da cobertura de
nuvens:
(a)o sensor MODIS a bordo dos satélites TERRA e ACQUA (NASA), com
resolução espacial de 250 m e freqüência de cobertura do Brasil de três a
cinco dias;
(b)o sensor WFI a bordo do CBERS-2, com resolução espacial de 260 m e
freqüência de cobertura do Brasil de cinco dias.
Resultados
Os resultados preliminares obtidos indicam que, em 2010, o
bioma Amazonico foi desmatado em 7000 km² e que em 2011 foram desmatados
6418 km², como informa tabela abaixo. (PRODES)
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
APR - Análise Preliminar de Riscos
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Serviços de Topografia e Georreferenciamento de Imóveis Rurais
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PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
A RP AMBIENTAL traz a proposta é oferecer profissionais capazes, qualificados com treinamentos específicos e constante reciclagem, aliada à meta de garantir qualidade na prestação de serviços do PPRA tem como objetivo o RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS existentes nos ambientes de trabalho, visando à preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores. Este documento deve ser renovado anualmente cabendo à direção da empresa mantê-lo disponível à fiscalização e peritos (ação judicial) por um período mínimo de 20 anos.
RISCOS AMBIENTAIS: Os riscos ambientais são os agentes existentes nos locais de trabalho que em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. 1. AGENTES FÍSICOS (ruído, temperaturas extremas, radiação, vibração). 2. AGENTES QUÍMICOS (substâncias que possam penetrar no organismo pela via respiratória nas formas de poeira, fumos, névoas, gases ou vapores ou possam ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão). 3. AGENTES BIOLÓGICOS (bactérias, fungos, vírus). | |
PEA - Plano de Emergência Ambiental
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PRAD - Plano de Recuperação de Áreas Degradadas
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quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Geo tecnologias aplicada a pesquisas ambientais
A RP AMBIENTAL traz a proposta é oferecer profissionais capazes, qualificados com treinamentos específicos e constante reciclagem, aliada à meta de garantir qualidade na prestação de serviços. A Trimble mais uma vez vem revolucionar o mercado na área de
mapeamento com o lançamento do Trimble Juno Série 5, este agora possui o
formato de um smartphone o que o torna familiar e extremamente fácil de usar,
este formidável equipamento ainda permite com sua tela grande e legível
trabalhar durante o dia podendo visualizar imagens e os pontos coletados em
campo sem qualquer dificuldade, sem dizer ainda da sua robustez que possui para
que possa enfrentar todas as condições severas encontradas no campo.
A Trimble mais uma vez vem revolucionar o mercado na área de
mapeamento com o lançamento do Trimble Juno Série 5, este agora possui o
formato de um smartphone o que o torna familiar e extremamente fácil de usar,
este formidável equipamento ainda permite com sua tela grande e legível
trabalhar durante o dia podendo visualizar imagens e os pontos coletados em
campo sem qualquer dificuldade, sem dizer ainda da sua robustez que possui para
que possa enfrentar todas as condições sereras encontradas no campo.
O Juno 5 é a solução inteligente em que a sua equipe pode
confiar para padronizar inspeções e gestão de ativos, é perfeito para o
gerenciamento de ativos e projetos de manutenção de dados.
Tudo é integrado em um robusto pacote: GPS de alta
sensibilidade, sistema operacional Windows® Embedded Handheld, aplicações
office, câmera de 8MP, conectividade celular integrada (modelo 5D).
Mantenha-se flexível e conectado com os sistemas integrados
de comunicação para enviar e receber chamadas e dados em tempo real, mantendo a
sua equipe muito mais produtiva, perdendo muito menos tempo entre o
processamento e a coleta de dados, seu cliente irá ficar impressionado com
tanta agilidade.
O Juno 5 continua trabalhando com o poderoso software de
coleta de campo TerraSync (Trimble), podendo visualizar imagens de fundo com
inúmeras extensões (TS Pro), trabalhar com dicionários de dados, coletar
feições como linha, ponto e área, inserir waypoints, fazer medições em sua
tela, verificar os pontos coletados sobrepondo a imagem e mas outras muitas
funções e posteriormente processar os dados no software Pathfinder Office o
qual poderá verificar toda a qualidade do seu levantamento, venha conhecer.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
O Plano de bacias, uma ferramenta importante para o desenvolvimento sustentável
Nossa região o baixo sul da Bahia, o Brasil são Todas as cidades, pois é a mesma característica, sendo que aglomeração de pessoas em locais irregulares, nas
pequenas e grandes cidades a concentração de pessoas gera vários detritos ou
sujeiras provocadas pelas relações sociais (industriais, comerciais e residenciais).
São vários os elementos que os
homens despejam nos rios, causando com isso diversos problemas ambientais. Em
muitas cidades, o sistema sanitário é precário (falta adequada de planejamento
urbano) e o esgoto doméstico é jogado diretamente nos rios sem receber o devido
tratamento. Este esgoto é um dos principais causadores da morte de peixes nos
rios. Este tipo de poluição também causa o mau cheiro e o desenvolvimento de
microrganismos nos rios, facilitando a proliferação de doenças em casos de
enchentes.
Os produtos químicos que muitas
indústrias despejam na rede de esgoto e nos rios também provocam a morte de peixes
e de outros tipos de vida que costumam habitar as águas dos rios. Embora esta
prática seja crime ambiental no Brasil, ainda é muito comum, principalmente, em
locais onde a fiscalização do poder público não existe ou é ineficiente.
A poluição dos rios também é
provocada pelo lixo sólido, principalmente doméstico, que é descartado dentro
dos rios. Com o tempo este lixo vai se acumulando, provocando o assoreamento do
rio. Quando ocorrem chuvas de grande intensidade, a vasão do rio diminui e
provoca alagamento nas margens, causando enchentes e graves prejuízos para as
pessoas que moram nas proximidades.
A atual situação do planeta é decadente, a crise não é só
ambiental e social é uma crise no centro do sistema capitalista.
Esta doença está atingindo o mundo todo, a crise é no sistema
mundial. O problema da poluição urbana ocorre de vários séculos, no início da
revolução industrial teve sua forma acentuada, hoje, depois que o mundo passou
por três revoluções industriais e pelo crescimento populacional, esse mundo se
encontra com uma população de mais ou menos 7 bilhões de pessoas consumindo e
gerando lixo e poluição em todo canto, a todo vapor, somos maquina geradora de lixos.
O lixo é um dos principais problemas nos grandes centros
urbanos, principalmente nos países de primeiro mundo, um exemplo, é o Brasil que
produzem cerca de 200 bilhões de toneladas de lixo sólido ao ano, um dos
principais agentes poluidores são as embalagens descartáveis. Uma maneira de
diminuir a quantidade de lixo é aplicando medidas para amenizar e reduzir, o
consumo, reutilizando e reciclando produtos.
Os lixões são grandes depósitos de lixo a céu aberto, são problemas
ambientes com grande probabilidade de contração de doenças, o mau cheiro chega
a ser insuportável, por causa do estágio de decomposição dos elementos ali
depositados, além de produzir chorume, que é um líquido resultante do lixo,
esse possui coloração escura e é bastante ácido.
A poluição do ar é proveniente da emissão de gases no ar
(monóxido de carbono, dióxido de enxofre e dióxido de carbono). Esses gases
comprometem a composição original da atmosfera provocando uma diminuição da
qualidade do ar que os moradores vão respirar, levando as pessoas a contrair
doenças respiratórias.
Os agentes poluidores do ar são: as indústrias, a queima de
combustíveis fósseis e as usinas termoelétricas e outros
As enchentes são comuns nos grandes núcleos urbanos,
principalmente no período chuvoso, pelo fato das cidades serem construídas com
concretos e asfaltos, o que diminui drasticamente a impermeabilização do solo,
como a água não consegue infiltrar, ela se armazena nas ruas provocando vários
inconvenientes e transtornos, como a invasão da água em empresas e residências,
trazendo prejuízos financeiros e provocando até mortes. As enchentes também são
decorrentes de lixo nas galerias fluviais e construções próximas a rios que
transbordam aumentando o agravante.
Contudo Geramos em Ituberá hoje em torno de 400 toneladas de
resíduos mensais em média, 20 toneladas por dia, e é despejada nos nossos rios
em torno de mais 14 toneladas de resíduos fisiológicos de nossas necessidades
mais comuns que são: fezes e urinas e outras. Cada pessoa contribui para
poluição em média é 0,5 kg por pessoas diariamente, não podemos jogar a culpas
nos outros, somo-nos mesmo, que poluímos, e depois vamos se banhar nos rios com
o que sujamos na sua jusante. Cada um tem o dever de fiscalizar e também de
contribuir e não só de cobrar do poder público, ao menos se separamos o lixo,
para não dar muito trabalho para a reciclagem, mais nem mesmo fazemos coletas
seletivas dentro de nossas casas.
Os lixões agradecem a todos, e ele diz exalado mau cheiro,
Ele fala por si só, eu não aguento mais, gente me ajude, vou explodir a
qualquer momento e isso realmente aconteceu! Se todos separasse o lixo em casa teriam
menos trabalho com maior eficiência, e
assim colocar nos seus devidos lugares.
É bem verdade que não temos um sistema
de saneamento básico eficiente, mais o lixo é o melhor, a localização que é irregular, mais
para atender tão realidade, é preciso que toda a cidade do nosso pais, tivesse
uma conscientização de educação ambiental, não temos ao menos educação de
berço, se nos tivermos este tipo conscientização e nossa infância, com certeza teríamos mais respeito à natureza, não ser educado, não é ter formação, são coisas bem diferentes, esta é a visão do povão, pois temos doutores, ainda que são piores que os analfabetos, este sim,
frequentou o banco da ciência, mas eles fazem tudo pelo dinheiro não se importa de poluir, faz tudo pelo poder e pelo dinheiro!
É triste essa realidade, é um agravante para
saúde pública, ainda que invista 20 ou 40 bilhões de Reais até 2020 no
saneamento, não acaba esta mazela, o governo federal deve articular políticas
ambientais para que sejam efetivamente
resolvidos tais problemas com o tão
sonhado plano de resíduos sólidos.
A regularidade, continuidade, funcionalidade e universalização da prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, com adoção de mecanismos gerenciais e econômicos que assegurem a recuperação dos custos dos serviços prestados, como forma de garantir sua sustentabilidade operacional e financeira, observada a Lei nº 11.445, de 2007;
Portanto não vai resolver, são muitos morcegos no sistema, o Brasil precisa de educação no sentido mais amplo, precisa de novas perspectivas e ideias inovadas no sistema político, devemos ter pessoas capacitada para implementar as políticas que está dentro das leis, tanto ambientais como as políticas sociais e culturais. Este é o Brasil que buscam o homem ou uma mulher para governar, ou um grupo que se preocupe com o futuro de nossas crianças e de nossas riquezas e de toda biodiversidade.
A regularidade, continuidade, funcionalidade e universalização da prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, com adoção de mecanismos gerenciais e econômicos que assegurem a recuperação dos custos dos serviços prestados, como forma de garantir sua sustentabilidade operacional e financeira, observada a Lei nº 11.445, de 2007;
Portanto não vai resolver, são muitos morcegos no sistema, o Brasil precisa de educação no sentido mais amplo, precisa de novas perspectivas e ideias inovadas no sistema político, devemos ter pessoas capacitada para implementar as políticas que está dentro das leis, tanto ambientais como as políticas sociais e culturais. Este é o Brasil que buscam o homem ou uma mulher para governar, ou um grupo que se preocupe com o futuro de nossas crianças e de nossas riquezas e de toda biodiversidade.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Bacias do Recôncavo Sul
Recôncavo Sul
CARACTERIZAÇÃO DA BACIA
Área: 16.990Km²
Abrangência:Região de Planejamento e Gestão das Águas IX (RPGA IX é constituída pelas bacias hidrográficas de rios estaduais, que deságuam no Oceano Atlântico, na contra-costa da Ilha de Itaparica, na contra-costa do Arquipélago de Tinharé-Boipeba e na Baía de Camamu, limitada ao norte e a oeste pela RPGA do Rio Paraguaçu, e ao sul e a sudoeste pela RPGA do Rio das Contas.
População: 906.292
Total de Municípios da RPGA IX: 56 Municípios
Integram Totalmente esta RPGA – 32 Municípios:
Amargosa, Aratuípe, Brejões, Cairu, Conceição do Almeida, Cravolândia, Dom Macedo Costa, Elísio Medrado, Gandu, Irajuba, Itamari, Ituberá, Jaguaripe, Jiquiriçá, Laje, Muniz Ferreira, Mutuípe, Nilo Peçanha, Nova Ibiá, Piraí do Norte, Presidente Tancredo Neves, Santa Inês, Santo Antônio de Jesus, São Felipe, São Miguel das Matas, Teolândia, Ubaíra, Ubatã, Valença, Varzedo, Vera Cruz e Wenceslau Guimarães.
Municípios com mais de 60% do território nesta RPGA – 13 Municípios:
Apuarema, Camamu, Igrapiúna, Itiruçu, Jaguaquara, Maraú, Milagres, Nazaré, Nova Itarana, Planaltino, Salinas da Margarida, Sapeaçu.
Municípios que têm entre 40 e 60% do seu território nesta RPGA – 2 Municípios
Castro Alves, Lajedo do Tabocal.
Municípios que têm menos de 40% do território nesta RPGA – 9 Municípios:
Barra do Rocha, Cruz das Almas, Iaçu, Ibirapitanga, Ibirataia, Itaparica, Itaquara, Itatim, Lafaiete Coutinho, Maracás, Maragogipe, Santa Teresinha, Taperoá,
Clima
A região possui clima semi-árido, que é caracterizado pela irregular distribuição pluviométrica. Nesta região, a maioria dos cursos d água é intermitente.
Cobertura Vegetal
Esta região possui na sua formação biótica, a presença da Mata Atlântica, com áreas bem conservadas e extensos manguezais, restingas, as quais formam um amplo estuário. Na parte noroeste desta RPGA a formação é de caatinga. A região do semi-árido tem uma alta suscetibilidade à desertificação, o que, portanto, demanda atenção redobrada ao manejo das águas.
Principais rios: as sub-bacias do rio Jaguaripe, Mocambo, Rio da Dona, Rio do Jacaré, Rio Corta Mão, rio Jequiriçá, Rio Ribeirão, Rio Geléia, Rio Preto das Almas, Rio Velho, Rio Gandu, Rio do Peixe, Rio da Mariana, Rio Igrapiúna, Rio do Engenho, Rio Una, Rio Caranguejo, Rio Piau, Riacho do Meio, Riacho Caboclo, Riacho da Barriguda, Riacho da Areia.
Atividades econômicas predominantes:
Turismo, produção de piaçava e dendê, além de uma forte organização das comunidades locais voltada para a agricultura familiar.
Diretoria:
Presidente: Yuri João Pithon Sampaio – Grupo Ambientalista Nascente GANA
Vice-presidente: Semião Brandão Neto – Prefeitura Municipal de Santa Inês
Secretário: Deraldo Queiroz Guimarães Neto – Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Valença SAAE
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