terça-feira, 12 de agosto de 2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
MULTINACIONAL OFERECE VAGA PARA SUPERVISOR DE MICROBIOLOGIA
‣ Oportunidade
OA P&G do Brasil abriu inscrições para a vaga de Supervisor de Microbiologia. O Biólogo escolhido vai participar de treinamento diário e coaching para gerenciar o próprio projeto na área de planejamento da cadeia de fornecimento, projetos de logística com consumidores ou gerenciamento de estoque e operação de transporte e poderá atuar nas áreas de logística, engenharia, compras e qualidade.
Para participar do processo seletivo, é preciso ter concluído a graduação em Ciências Biológicas entre dezembro de 2006 e julho de 2012, ter habilidades de liderança e excelência na comunicação, ser fluente em inglês, morar no Brasil e preencher o formulário de inscrição no site da instituição (clique aqui).
Os Biólogos que fazem parte do Sistema CFBio/CRBios contam ainda com uma ferramenta muito importante na divulgação de seus serviços. O "CRBio Digital" é um portal onde o profissional pode registrar seus dados, especialidades e artigos. Ou seja, um currículo eletrônico que pode ser acessado por qualquer recrutador que queira contratar um Biólogo de qualidade. Cadastre-se na plataforma clicando aqui.
domingo, 10 de agosto de 2014
Sistema de gestão dos municípios do estado Bahia corre sérios riscos de fracasso ambiental
Biólogo- Esp. pericia a auditoria ambiental
O Programa implementado no estado da Bahia a Gestão Ambiental compartilhada - GAC, é apenas no papel, tudo é muito perfeito, quando parte para pratica, falta técnicos capacitados nos municípios que aderiu ao sistema.
Na grande maioria dos municípios não usa técnicos especializados, contudo, o Estado da Bahia fez o dever de casa.
O Governo do Estado vem dando o apoio à descentralização da gestão pública do meio ambiente mais ainda é muito longe da realidade. O estado da Bahia nesta ação de descentralização ambiental, tem como principal objetivo apoiar os municípios baianos individualmente ou através de consórcios territoriais de desenvolvimento sustentável, para a adequação de suas estruturas municipais de meio ambiente, tendo em vista a resolução Cepram nº 4.327/13, assim o estado vem tirando das costas uma imensa responsabilidade ambiental sobre a gestão do estado e principalmente uma grande carga de recursos humanos. No tocante a lei federal n° 140 visa o comprimento do licenciamento ambiental A nova lei federal que regulamenta o Art. 23 da Constituição Federal, para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção do meio ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das florestas, da fauna e da flora; e altera a Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981. "
O Governo do Estado vem dando o apoio à descentralização da gestão pública do meio ambiente mais ainda é muito longe da realidade. O estado da Bahia nesta ação de descentralização ambiental, tem como principal objetivo apoiar os municípios baianos individualmente ou através de consórcios territoriais de desenvolvimento sustentável, para a adequação de suas estruturas municipais de meio ambiente, tendo em vista a resolução Cepram nº 4.327/13, assim o estado vem tirando das costas uma imensa responsabilidade ambiental sobre a gestão do estado e principalmente uma grande carga de recursos humanos. No tocante a lei federal n° 140 visa o comprimento do licenciamento ambiental A nova lei federal que regulamenta o Art. 23 da Constituição Federal, para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção do meio ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das florestas, da fauna e da flora; e altera a Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981. "
Assim, é notório que falta uma fiscalização dos órgão competente, como: “INEMA, SEMA, CEAMA, como também os conselhos municipais e organizações do terceiro setor”.
Bem verdade, para que realmente seja efetiva os processos de licenciamento ambiental, é necessário técnica especializada, fiscalização no assunto ambiental, e assim onde os estudos ambientais vai dizer as especifidades da questão ambiental e dará total aparato e critério em sua decisão sobre o parecer técnico do órgão, pois os processos que estão em andamento das diversas secretaria municipais de toda Bahia, na verdade é um perigo para as futuras gerações e também na gestão processual administrativa da gestão ambiental, levado em conta a cultura dos erros nos processos por intencionalidade, não por falta de técnica disponível, mais por falta de responsabilidade.
Diz a Lei, Considera-se órgão ambiental capacitado: aquele que possui técnicos próprios ou em consórcio, devidamente habilitados e em número compatível com as principais atividades econômicas existentes no município e passíveis de licenciamento ambiental. Orientamos também, para a criação do fundo municipal de meio ambiente para financiamento dos programas e projetos ambientais. Porém a realidade é outra, em sua grande maioria as prefeituras não tem a competência pratica, nem os técnicos suficientes, e o maior problema e que são contratados, fazendo tudo o que é solicitado, sem nem um tipo de estudo prévio e criterioso.
A atual situação da gestão ambiental municipal é decadente, pois discutir alternativas de encaminhamento para o processo de fortalecimento da gestão ambiental municipal é necessário com urgência em toda Bahia.
A atual situação da gestão ambiental municipal é decadente, pois discutir alternativas de encaminhamento para o processo de fortalecimento da gestão ambiental municipal é necessário com urgência em toda Bahia.
Assim, desenvolver ações através planejamento estratégico específico para evidenciar, e dá total credibilidade científica nas alternativas e discussões para o seu encaminhamento junto as partes externas e envolvidas no possesso do licenciamento ambiental e também na questão do acompanhamento da gestão no GAC.
Assim desta forma possamos dá o fortalecimento da gestão ambiental municipal. A atuação ambiental está sendo politizada e não com técnica especializada, a atuação dos municípios é medíocre, sem capacidade técnica, pois eles estão visando tornar o sistema ambiental local, uma maquina de troca de votos, mais a lei 9.605 é muito clara onde diz, Art. 2º, Quem, de qualquer forma, concorre para a prática dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade, bem como o diretor, o administrador, o membro de conselho e de órgão técnico, o auditor, o gerente, o preposto ou mandatário de pessoa jurídica, que, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la.
Este sistema de gestão, sabemos que sempre no futuro temos um cota ambiental a pagar por conta de nossas ações do passado, essa dora de trabalhar sem critério e sem técnica no habito da gestão já trapassada.
Diante dos fatos inerente a problemática ambiental, os gestores deve tomar cuidados sobre os assuntos, que é uma questão universal. Contudo, deve-se colocar pessoas preparadas respeitando as características ambientais, políticas, culturais, econômicas e sociais dos municípios e usar o conhecimento cientifico e todo o aparato tecnológico em suas decisões, sempre buscando o intendimento do conselho, pensando nos pilares do desenvolvimento sustentável de sua terra.
Diante dos fatos inerente a problemática ambiental, os gestores deve tomar cuidados sobre os assuntos, que é uma questão universal. Contudo, deve-se colocar pessoas preparadas respeitando as características ambientais, políticas, culturais, econômicas e sociais dos municípios e usar o conhecimento cientifico e todo o aparato tecnológico em suas decisões, sempre buscando o intendimento do conselho, pensando nos pilares do desenvolvimento sustentável de sua terra.
Portanto, deve haver mecanismos que estimulem a ampla discussão cientifica através de conselhos e órgãos regionais no sentido de fazer uma parcerias para que realmente faça e realize a gestão ambiental com total segurança ambiental, com diz no artigo 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Outro fator primordial a ser considerado e a necessidade de capacitação dos recursos humanos e atores envolvidos de forma a estimular desenvolvimento de pesquisa e participação da população e a necessidade do funcionário efetivo concursado ou a seleção pública interna para que técnicos venha a atuar de forma eficiente e com total autonomia para que suporte a pressão do sistema capitalista e do poder econômico, e assim dentro do quadro efetivo municipal esteja pessoas que aja com ética dentro dos princípios morais, sobre tudo, dentro da lei ambiental e não sejam influenciado pelo gestor.
Credenciais
Ricardo Pereira
Biólogo- Esp. Pericia a auditoria ambiental
Empresário, Consultor, Escritor e palestrante, também é criador da agência de Marketing digital. Autor de vários artigos, trabalhos e campanhas publicitaria etc.
Graduado em Ciências Biológicas pela Faculdade de Tecnologia e Ciências - FTC - Esp - Perícia e auditoria Ambiental. Proprietário da RP ambiental, Trabalha com administração de projetos Ambientais. Atua como consultor autônomo também em: marketing político- marketing empresarial em redes sócias, editor chefe do site do comércio, trabalha em parcerias com outras empresas em realização instrução profissional: Cursos, palestrante, assessoria, consultorias ambientais..
Biólogo- Esp. Pericia a auditoria ambiental
Empresário, Consultor, Escritor e palestrante, também é criador da agência de Marketing digital. Autor de vários artigos, trabalhos e campanhas publicitaria etc.
Graduado em Ciências Biológicas pela Faculdade de Tecnologia e Ciências - FTC - Esp - Perícia e auditoria Ambiental. Proprietário da RP ambiental, Trabalha com administração de projetos Ambientais. Atua como consultor autônomo também em: marketing político- marketing empresarial em redes sócias, editor chefe do site do comércio, trabalha em parcerias com outras empresas em realização instrução profissional: Cursos, palestrante, assessoria, consultorias ambientais..
sábado, 9 de agosto de 2014
Lixões clandestinos podem ser denunciados a partir de APP
Por Roberta Provatti
O Lixarada é uma ferramenta para que a população possa fazer a sua
parte e denunciar depósitos irregulares de lixo em todo o Brasil.
A WiseWaste, empresa nacional, pioneira no segmento de logística
reversa e valorização de resíduos, desenvolveu o aplicativo Lixarada,
que permite à população de todo o Brasil fazer denúncias de lixões
clandestinos.
Depois de baixado, o aplicativo pede que o usuário preencha um cadastro para criação da conta. A partir daí, as pessoas podem tirar fotos do local a ser denunciado e encaminhar as denúncias de forma anônima ou não. A WiseWaste compila as reclamações em um relatório e manda para as prefeituras ou subprefeituras.
“O aplicativo consegue envolver a população e o poder público na solução desse problema que ainda é comum nas cidades em todo o Brasil”, afirma o CEO da WiseWaste, Guilherme Brammer. Atualmente o Lixarada está disponível apenas para sistema IOS e tem previsão de lançamento para Android em 2014.
Depois de baixado, o aplicativo pede que o usuário preencha um cadastro para criação da conta. A partir daí, as pessoas podem tirar fotos do local a ser denunciado e encaminhar as denúncias de forma anônima ou não. A WiseWaste compila as reclamações em um relatório e manda para as prefeituras ou subprefeituras.
“O aplicativo consegue envolver a população e o poder público na solução desse problema que ainda é comum nas cidades em todo o Brasil”, afirma o CEO da WiseWaste, Guilherme Brammer. Atualmente o Lixarada está disponível apenas para sistema IOS e tem previsão de lançamento para Android em 2014.
Sobre a WiseWaste – A empresa iniciou suas atividades em 2012 e atua
em todo o Brasil no segmento de logística reversa. O objetivo é
desenvolver soluções customizadas para resíduo diversos, de simples
reciclagem ou não, fazendo desse material uma possibilidade real de
negócios para os clientes (empresas, associações, segmentos).
Até
o momento, a WiseWaste já promoveu a transformação de mais de 10 mil
toneladas de materiais diversos (lata, plástico, compostos, entre
outros) e já foram feitos mais de 50 mil produtos a partir desses
resíduos. O diferencial da empresa é que sua atuação é sempre no sentido
de promover soluções que gerem escala e efetive negócios. “A ideia é
fazer com que os detritos de uma empresa sejam transformados novamente
em matéria prima e voltem para ela mesma ou para outra instituição.
Trata-se do conceito de Economia Circular”, explica Brammer.
O prazo máximo para que o Brasil inteiro acabe definitivamente com os lixões a céu aberto, espalhados por todo país, é 2014. A Lei Federal 12.305, de agosto de 2010, institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos que prevê o manejo e destinação correta desses materiais, muitos deles recicláveis. No Brasil 60% dos resíduos vão para o lixão, 28% para aterro e apenas 12% são reciclados. Uma perda de quase R$ 8 bilhões ao ano. “Nosso trabalho promove benefícios sociais, econômicos e ambientais, fechando o ciclo da sustentabilidade”, afirma Brammer.
O prazo máximo para que o Brasil inteiro acabe definitivamente com os lixões a céu aberto, espalhados por todo país, é 2014. A Lei Federal 12.305, de agosto de 2010, institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos que prevê o manejo e destinação correta desses materiais, muitos deles recicláveis. No Brasil 60% dos resíduos vão para o lixão, 28% para aterro e apenas 12% são reciclados. Uma perda de quase R$ 8 bilhões ao ano. “Nosso trabalho promove benefícios sociais, econômicos e ambientais, fechando o ciclo da sustentabilidade”, afirma Brammer.
Mais Informações.
http://www.portaldomeioambiente.org.br/aplicativos/8175-lixoes-clandestinos-podem-ser-denunciados-a-partir-de-app
Conheça sete razões para evitar o consumo de mel
Provavelmente você já ouviu o debate sobre o mel ser vegano ou não.
Apenas no caso de você não ter a certeza disso, eu irei te ajudar. O mel
não é um produto vegano – ele é de origem animal. Todos os animais,
incluindo as abelhas, existem para seus próprios fins. Eles não estão
aqui para serem explorados e manipulados para fins lucrativos.
1. As abelhas são criadas em processos industriais, assim como as galinhas, os porcos e as vacas
Esses insetos são produzidos em larga escala por apicultores, onde
eles vivem confinados em ambientes artificiais apertados e ficam feridos
muitas vezes.
2. As abelhas são feridas no processo de coleta do mel
Apicultores podem ser descuidados ao coletarem mel. As asas e as
pernas das abelhas são frequentemente arrancadas no processo. Além
disso, os agricultores cortam as asas da abelha rainha para se
certificarem de que ela não irá sair da colmeia.
3. Abelhas polinizam flores naturalmente
As abelhas desempenham um papel essencial na polinização, que é
necessário para a reprodução das plantas, de modo que, se elas fossem
extintas, o ecossistema correria o risco de entrar em colapso.
4. Abelhas precisam de seu mel
O mel ajuda as abelhas a sobreviver no inverno. E ele é feito com nutrientes específicos necessários para a sua sobrevivência.
5. O mel é vendido para o lucro
As abelhas são exploradas para que as grandes organizações lucrem com seu mel.
6. As abelhas trabalham constantemente
Uma única abelha operária pode visitar até 10 mil flores por dia e,
durante toda a sua vida, produzir apenas uma única colher de chá de mel.
Todas as abelhas têm um trabalho específico a fazer, dependendo de sua
idade, sexo e época do ano. Não devemos manipular este processo.
7. Roubar é errado
Todo mundo sabe disso. Então por qual motivo aceitamos roubar algo de
um animal? O mel é essencial para a sobrevivência das abelhas, e elas
trabalham arduamente para fazer isso!
O que você pode fazer:
É fácil. Evite todos os produtos que são feitos com mel. Outros
adoçantes, como agave e xarope de ácer, são deliciosas alternativas que
não prejudicam as abelhas ou qualquer outro animal.
Foto: Anda.
Fonte: O Holocausto Animal.
Economia de Água - Saiba algumas maneiras de evitar desperdício e garantir tanque cheio mesmo nas temporadas de seca
O Brasil é um país continental e o clima é diversificado é um dos
fatores que elevam as diferenças na distribuição de água do país.
Contudo, neste ano o fenômeno da estiagem atingiu estados como Rio de
Janeiro, São Paulo e Minas Gerais e foi sentido que todos devem
contribuir para a economia de água.
O Sistema Cantareira, responsável por acumular os suprimentos de água
para que ela chegue à casa de milhões de pessoas alcançou seu nível
mais baixo, apenas 15% da capacidade de retenção. Esse fato acionou um
alerta para vários brasileiros.
É preciso compreender que a água, embora seja um recurso cíclico, não
está apenas acabando por instabilidades naturais, muitos dos afluentes e
nascentes estão com a qualidade comprometida, o que provoca o
esgotamento das fontes próprias para o consumo.
Para melhorar o uso e a economia desse bem natural é preciso ter
consciência de consumo. Algumas dicas podem funcionar bem, conheça
algumas delas:
Evite desperdício doméstico
Lavar carros com mangueira, deixar a torneira ligada enquanto escova
os dentes e tomar banhos longos já são alguns dos itens mais conhecidos,
porém as mudanças podem ser mais profundas.
Reaproveite a água das chuvas para dar descargas ou molhar as
plantas, reduza o uso das máquinas de lavar roupas e louças e lave as
áreas externas com a água acumulada pelas calhas.
Faça uma reserva
A água que chega através das distribuidoras são usadas diariamente,
mas outras fontes podem ser usadas para guardar boas quantidades do
recurso.
Fonte:
http://www.portaldomeioambiente.org.br
terça-feira, 5 de agosto de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
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